Pelos caminhos de Alqueva andou o Santos Mota com o Passeio de Jornalistas.A viagem, feita relato, está agora nas páginas de "O Escanção". Aqui.
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...
Pelos caminhos de Alqueva andou o Santos Mota com o Passeio de Jornalistas.| O Passeio de Jornalistas viajou margens e águas de Alqueva. Ficaram imagens ecos e sinais... |
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![]() | Passear as margens do Grande Lago. E entre paisagens e gestos, adivinhar futuros, prazeres de viagem, modos de sobrevivência... De velhas artes falam os dedos do oleiro do Corval. Como a apanha da azeitona conta ciclos de fertilidade... Numa terra entumecida pelo maior lago artificial da Europa, mais um Passeio de Jornalistas. | ![]() |
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| O Antunes Amor andou por lá uma semana antes para produzir uma antevisão fotográfica. |
E o Alentejo ficou prenhe de água... | ![]() | |
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Ao encontro das vistas do Grande Lago Guadiana, nome de rio, é também nome de barco, e vai ser nome de navegação: do cais de Monsaraz ao Cais da Amieira. Duas horas e meia de água e margens...
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As Terras do Grande Lago, dos barros do Corval aos horizontes largos do Castelo de Mourão. Trepar ruelas e calçadas em Monsaraz, penetrar Espanha em Villanueva del Fresno, navegar Alqueva até ao Cais da Amieira... | |
| E reencontrar o porco preto de montado (cerdo ibérico dizem os de Villanueva, alentejano dizemos nós), e fazer as honras ao cozido de grãos, e escutar as modas de um coral, e descansar os olhos naquela imensidão de água, e... | |
A 12, 13, e 14 de Dezembro é o regresso ao Alentejo. Agora com cores de Inverno mas sempre desafiante e acolhedor. Para saborear com a calma dos prazeres profundos. | |

| O Cantautarca |

Eu olhei: Portel está linda, desenvolve-se a custo (mas desenvolve-se), a vila não perdendo a sua traça e o seu traço. Não se perdendo. Claro: três dias não determinam certezas. Dão aparências. E estas são agradáveis. Fico com elas, sabendo eu que juíz é quem vota. É preciso esperar pelo momento próprio. Tirando então conclusões.Clique para ampliar | Fotos: Antunes Amor |
| Que S. PEDRO nos valha! |
Pois no S. Pedro houve agora mesa farta para os convidados que o Rui Dias José fez aportar às delícias de Portel. Banquetagem do melhor: ovos mexidos com espargos ou com cogumelos, açordas e calduchos, torresmos (não, não, nada dessas gordurancas e cartilagens prensadas – torresmos do rissol, torresmos verdadeiros como por estas bandas se faz, virtualhas que sobram ao derreter da banha). Ali se elencaram excelências da gastronomia deste rincão e se desafiaram memoriais.| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar |
| As traseiras do sapateiro |
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| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar |
| Onde está o Degebe? |
| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar |

| Falar de açordas? gosto é de comê-las... |
| Orfandade de referências e mão de obra barata |
| "Um homem tem de levar lastro" |
| "Senhor Presidente, posso citá-lo?" |
| Condenar à morte o país rural... |
| Sons de manducar |
| Logo a seguir à Cova de Iria... |

"Portel. Todo um concelho na palma da mão é o que foi. Viajar cá por dentro, é o que é. Um concelho que desfruta soberanemente de inúmeras condições para sermos felizes. Do património, da brancura das casas, até ao grande lago. Os romanos já o gozavam, faz muitas luas. Namorámos lá."