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09 julho, 2009

Em direcção à Beira Alta... até Viseu!

Passeio de Jornalistas: 17, 18 e 19 de Julho


Agora, vamos em direcção à Beira Alta, cruzamos as portadas da Catedral e do Museu Grão Vasco, passeamos o Fontelo, trepamos o Monte de Santa Luzia, o Picoto ou a Senhora do Crasto, passeamos Silgueiros, experimentamos as Termas de Alcafache...

E, sem desprezar morcelas e chouriças, provamos a vitelinha, o cabrito, o arroz de carqueja ou o polvo, brindamos com um tinto do Dão, rematamos com umas castanhas de ovos...

Se apetecesse o namoro, haviamos de oferecer aquelas flores de papel com promessas em verso. E, pelas bandas da Feira, um pote de barro negro ou um bordado de Tibaldinho.

Daqui a uma semana... a caminho de Viseu! Sempre com uma música em fundo e histórias de ver e contar.

25 junho, 2009

Interrogar o Futuro em Castro Marim

Pelas bandas do sul, com o Passeio de Jornalistas, andou Santos Mota. E a viagem se fez relato e reportagem....


Nas paginas de "O Escanção", a história de uma incursão por Castro Marim, à vista do Guadiana, com sabores e paisagens para sorver devagar. Aqui.

PASSEIO DE JORNALISTAS em Castro Marim

02 fevereiro, 2009

A caminho do Douro, um almoço com sabores e vistas de Viseu

A caminho do Douro, paragem em Viseu para almoço e passeio pelo Centro Histórico.

Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu (e da Associação Nacional de Municípios Portugueses) foi o convidado no Cortiço e cicerone eficiente. Combinada ficou uma surtida (com mais vagar e detalhe) às terras de Grão Vasco.

Espreite os olhares do José Mendes sobre Viseu


+ sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS
em São João da Pesqueira

27 janeiro, 2009

Açores: imagens de passeio, escritas de paixão... com sotaque brasileiro

Que melhor sítio para publicar uma reportagem sobre os Açores do que a secção "Ilhas Perfeitas" da conceituada revista brasileira "Viagem e Turismo"?

Mesmo que os responsáveis oficiais do sector do Turismo nunca tenham reparado no trabalho desenvolvido pelo Passeio de Jornalistas, mesmo que nunca lhe tenham vislumbrado qualquer "Utilidade Turística" em termos de divulgação de paisagens, rostos, gostos e sabores, bastaria a atenção que lhe é dedicada por tantos companheiros de ofício para saciar o ego e constituir justa paga pelo esforço (que outro nunca existiu!).

Agora são as imagens da Ana Rojas e as palavras escritas pela Patrícia Jota que dão voz à aventura que vivemos nos Açores.

Aqui de relance para abrir o apetite.

aquela era para ser mais uma noite de calmaria na pequena ilha de São Jorge. Debruçada sobre um mar tranquilo, a varanda do quarto do hotel dava passagem a uma brisa tímida. Já deitada, de luz apagada, mas de cortina aberta, eu olhava para fora sem prestar atenção em nada. De repente, me dei conta de que estava no meio do Atlântico, abrigada em um pedacinho de terra – 56 quilómetros de comprimento e 8 quilómetros de largura – que nada mais é do que um conjunto de vulcões extintos, sujeito a terramotos. Num instante compreendi tudo: as inúmeras igrejas, ermidas e capelas. As festas, as rezas. É tão frágil a existência dessa gente – os açorianos. Não admira que eles sejam assim: simples, alegres, generosos e devotos. Meus pensamentos não foram muito longe. Logo, uma sinfonia (...)

Saborear mais.

Nos Açores com o
PASSEIO DE JORNALISTAS

20 janeiro, 2009

Riqueza de paisagens, de quintas e de vinhos em São João da Pesqueira

Um fim de semana no Alto Douro, à descoberta de São João da Pesqueira, com histórias e sabores para contar...


Na revista "O Escanção" Santos Mota viaja as paisagens que marcaram mais esta incursão do Passeio de Jornalistas no Alto Douro Vinhateiro.

Passeie também com ele. Aqui.



+ sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS
em São João da Pesqueira

12 janeiro, 2009

De São Jorge à Terceira, entre queijos e verdelhos...

Entre queijos, memórias de vinho que já houve em São Jorge e uma prova de Verdelho nos Biscoitos da Terceira, imagens e paisagens de duas ilhas do Arquipélago Açoriano. Ainda ecos do Passeio de Jornalistas nos Açores

Santos Mota saboreia, na revista "O Escanção", sabores, néctares e vistas das ilhas.

Para degustar aqui.


Nos Açores com o
PASSEIO DE JORNALISTAS

02 janeiro, 2009

E para as Festas? Umas amêndoas doces de Moncorvo?

(...) «Pode provar se quiser; não paga por isso», afiança a «cobrideira», entre arremedos vigorosos de mãos-cheias de amêndoas, fervilhantes, dentro do grande tabuleiro em cobre. Sob o utensílio, num pote de barro, as brasas ardem em borralho. O fogo, lento, aquece desta forma o tabuleiro. Reparamos nos dedos de Cândida, protegidos por um pequeno exército de armaduras. Dez dedais constroem o escudo que separa as pontas dos dedos da «cobrideira» do calor intenso do tabuleiro. (...)

Na revista Café Portugal, Jorge Andrade conta artes e dedos de mulher de Moncorvo. A ler aqui.

16 novembro, 2008

Memória de uma celebração do Porco Preto - Alentejo - Benavila - 1990

Com a chegada do frio vinha o tempo das matanças de porco. Antes do advento das arcas frigoríficas... frio, salga e fumeiro eram os únicos factores de conservação de uma carne que tinha de dar para um um ano inteiro, desempenhando um papel essencial no sustento (na mantença) das famílias rurais.

Não admira por isso que os ciclos da matança tenham ganho contornos de festa, marcados por momentos de convívio, com rituais próprios e gastronomia adequada.

CAFÉ PORTUGAL - Celebração do porco - Benavila - 1990

Já passaram quase 20 anos sobre aquele frio mês de Dezembro em que desafiámos umas duas dezenas de jornalistas para uma celebração do porco em Benavila, por terras de Portalegre...

Uma ode ao porco preto de montado. Daqueles a sério, alimentados a bolota e criados - livres - entre chaparros!

Aqui, nas imagens do Antunes Amor.

13 novembro, 2008

Doze dias de Aventura nos Açores (22)

Uma paisagem, um queijo e um tear... no caminho do DivinoIR PARA O PRINCÍPIO

Manhã cedo.
Era o 3º dia em São Jorge e ameaçava de Espírito Santo. Mas antes disso...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - VelasCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Velas
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - VelasCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Velas
Antes disso... havia que completar o ciclo do Qeijo na União das Coperativas agrícolas.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - União de Cooperativas AgrícolasCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - União de Cooperativas AgrícolasCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - União de Cooperativas Agrícolas
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - União de Cooperativas Agrícolas
E do Alto do Miradouro da Ribeira do Nabo rencontrar as Velas e o porto...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Miradouro da Ribeira do NaboCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Miradouro da Ribeira do Nabo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Miradouro da Ribeira do NaboCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Miradouro da Ribeira do Nabo
Já a caminho dos segredos que mão de mulher sabem contar com sons de tear...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Cooperativa de Artesanato Nossa Senhora da EncarnaçãoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Cooperativa de Artesanato Nossa Senhora da EncarnaçãoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Cooperativa de Artesanato Nossa Senhora da Encarnação
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Cooperativa de Artesanato Nossa Senhora da EncarnaçãoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Cooperativa de Artesanato Nossa Senhora da Encarnação
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Conceição
E uma paragem no alto da Conceição.
A Função do Divino era já a seguir, nas Manadas.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Conceição

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
Clique sobre elas para ampliar
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09 novembro, 2008

Por terras da Pesqueira (2)

São Xisto: renascer para o turismo

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueira

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueira


Subir do cais da Ferradosa, à beira do Douro, até à meia altura do monte onde se encavalita a aldeia de
São Xisto é uma viagem de descoberta que se faz a pé, com fôlego, em dez minutos. Esta “Aldeia de Portugal”, como indica o marco em madeira que aponta à localidade, é verdadeiro monumento à construção em xisto.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueira

A povoação, na freguesia de Vale Figueira, não conta mais de quatro habitantes. É pouco para uma localidade que chegou a albergar mais de 40 almas.São Xisto conta, no entanto, com o empenho de Narciso Lopes, natural da localidade, hoje empresário em Estarreja, para tornar um caso de abandono urbano, num espaço vivo, voltado para o turismo de habitação. Narciso Lopes que detém 90% do construído na aldeia, iniciou o projecto de recuperação de São Xisto para fins turísticos vai para oito anos.
O objectivo é audaz: reconstruir treze casas de xisto, a capela de Santo Ovídio (que contou para a recuperação com o apoio da autarquia local), o lagar de azeite e a adega. Obra feita, serão perto de 750 mil euros de investimento.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueira


O projecto final inclui, ainda, um posto de venda de produtos
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueiraregionais e artesanato. Em funcionamento já estão, para além da Quinta, sete casas. O antigo lagar de azeite, serve de núcleo para acolher os visitantes e faz mostra de um lagar tradicional com utensílios e modos de produção.

Fotos: Jorge Andrade

+ sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS em
São João da Pesqueira

27 outubro, 2008

Convertido à terra em Moimenta da Beira...

Nós já desconfiávamos… mas agora vem o António Bondoso dissipar todas as dúvidas:

A BATATA NÃO TEM LÓGICA!

Uma exclamação de velho jornalista, de horizontes vastos e temporadas largas por São Tomé, pelo Porto, por Macau. Um camarada deste vício das notícias agora convertido à terra em Moimenta da Beira.


“E as batatas, os nabos, a fruta ? Não obedecendo aos critérios dos gabinetes de Bruxelas, não estando normalizadas - nada feito! Para deitar fora ou para vender ao desbarato ! O lucro - apenas para os intermediários ! Nem a tentativa das Cooperativas resultou !
(…)
Em vez de se perceber a lógica da batata, ficamos surpreendidos por ver que a batata não tem lógica !
(…)
É preferível dar o produto da terra do que o vender com prejuízo, abaixo do preço do custo de produção.”


Um excerto para abrir o apetite pelo Palavras em Viagem.

E, por favor, António. Não desistas da agricultura. Já quase não há. Compramos tudo fora. E ainda fazem celebrações gastronómicas... Para celebrar o quê? Se, em termos agrícolas, quase tudo vem da estranja...

(Continuo a não perceber como se pode fazer gastronomia portuguesa sem produtos portugueses. Deixem estar. Deve ser embirração minha!)

21 outubro, 2008

Um almoço no "Cortiço", em Viseu: Sabores com substância e... um convidado especial!

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
A chegar ao Largo Mouzinho de Albuquerque, em Viseu

Quem lhe conhece a justa fama não pode deixar de regalar apetites ante a promessa da mesa farta e boa. Ir ao restaurante O Cortiço em Viseu é sinónimo de antecipar prazeres gustativos em torno da cozinha Beirã. Desta feita, para além dos deleites gastronómicos, houve a garantia, concretizada, de presença ilustre. A mesa descontraída e informal serviu de bom propósito a uma conversa com Fernando Ruas, Presidente da Câmara Municipal de Viseu. Fernando Ruas, enquanto Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) também esteve presente, embora a circunstância de sentar 20 jornalistas à mesa visiense acabasse por sobrepor o edil ao responsável máximo da ANMP.

Antes do discurso, o lugar que lhe deu enquadramento. O Cortiço cresceu, mas fê-lo com comedimento, ganhando uma nova sala (do outro lado da rua Augusto Hilário, próximo à Praça D. Duarte), sem os exageros de grandeza pretensiosa que já eclipsaram muitos restaurantes. Frente a frente, entre portas são dois ou três passos entre o “velhinho” e o recente Cortiço. O novo espaço que serviu de assento ao presente repasto seguiu as passadas da casa fundada por Dom Zeferino nos anos sessenta do século XX. Serafim Campos, o actual proprietário, prescinde da opulência, aproveita a arquitectura original do edifício e criar ambiente com a pedra tosca e as madeiras que o tempo tratou. Tudo o mais é história à mesa, naquilo que a cozinha beirã oferece e inspira aos comensais. E inspira bem, julgando pela quantidade de mensagens deixadas pelos clientes em pedaços de guardanapo afixadas num painel (em cortiça, bem se veja) à entrada.

Deixemos os preâmbulos e vamos à mesa, traduzida no que se comeu e ouviu. Um almoço equilibrado entre garfadas bem temperadas de cozinha regional e palavras com travo a recados endereçados a Lisboa pelo autarca que, vai para 19 anos, “comanda” a câmara visiense.

À mesa assentavam os pratinhos de morcela e chouriça frita, afastando comedimentos e pedindo a acompanho uns nacos bem medidos de broa. Entretanto, a saladinha de polvo chegava entre pratos e pedia namoro, a despique, com os enchidos. Contiveram-se por mais algum tempo os apetites. O momento pedia discurso. Fernando Ruas assentiu e falou da “honra de Viseu ser uma cidade do interior”; mediu distâncias para concluir que estas não são somente geografia, mas também fluxos de decisão e de escolhas de vida: “a distância entre Viseu e Lisboa é igual nos dois sentidos. Há lugar no litoral, mas também há vida no interior do país”. Ruas servia, fumegante, o discurso da interioridade e, a pretexto, acrescentou-lhe o problema da educação: “por vezes, encerrar uma escola é sinónimo de fechar uma aldeia”.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
Restaurante "o Cortiço"
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
Ao fundo, José Carlos Guerra,
o actual proprietário
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
Aqui, no largo do Adro, frente
à Igreja da Misericórdia...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
um templo imponente
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
A Sé de Viseu

Estátua de D. Duarte
(uma obra de de Álvaro de Bree)
na praça com o mesmo nome
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Viseu
Porta do Soar,
uma das sete da cerca afonsina

Falou-se de obra feita e de afeições por rotundas. Fernando Ruas aceitou com esboço de sorriso o epíteto de “autarca das rotundas”. Para o responsável visiense, falar de rotundas é, sobretudo, “tratar as acessibilidades, a distribuição da circulação de e para a cidade; fomentar a economia. Para mais as rotundas podem ser elementos enriquecedores da paisagem urbana”. O tema da obra feita veio acrescentar algumas especialidades à refeição (à mesa, propriamente dita, os pratos de substância começavam a afastar os prazeres breves das entradas). Fernando Ruas sublinhou a requalificação do Campo do Viriato, novo assento para a Feira de São Mateus e a construção do funicular que ligará a parte baixa da cidade até à Calçada de Viriato, junto à Sé. A obra está orçada em dois milhões de euros e será realidade lá para Março de 2009.

A mesa estava completa. No Cortiço fazia-se jus a todas as promessas de um almoço servido com substância. A conversa prosseguiu informal, sem tom de discurso ou de circunstância. A ementa ainda prometia um tenrinho polvo frito, umas “feijocas com todos à maneira da criada do sr. abade”; o “cabrito assado no forno à pastor da serra”; um sublime arroz de carqueja.

Não se deu nota de digestões penosas.

19 outubro, 2008

Doze dias de Aventura nos Açores (20)

Provar um queijo "São Jorge", voar sobre as fajãs... com um barquinho na ponta dos dedos.IR PARA O PRINCÍPIO

A imagem da ilha de São Jorge é indissociável do queijo que leva o seu nome como marca registada. Por isso seria sempre obrigatória a visita a uma unidade de produção queijeira.

Nesta edição do PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores, a opção foi a cooperativa dos Lourais, no concelho da Calheta.Aí se produz queijo "São Jorge" e, também, queijo "Ilha".

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fábrica de Queijo dos Lourais
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fábrica de Queijo dos LouraisCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fábrica de Queijo dos LouraisCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fábrica de Queijo dos Lourais
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fábrica de Queijo dos LouraisCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fábrica de Queijo dos Lourais
Derivando da produção leiteira de uma ilha que tem na pecuária o seu principal suporte, o sector queijeiro revela-se essencial. Por isso se entendem as preocupações que levaram à criação da marca "São Jorge" e ao rigor da sua certificação.
Antes de abandonarem a Ilha, os jornalistas teriam ainda oportunidade de visitar a respectiva entidade certificadora.

Foi um programa cerrado de visita o que os profissionais integrantes daquela comitiva da Informação nacional e estrangeira tiveram de cumprir naquela manhã. E que havia de terminar num almoço já na sede do concelho da Calheta.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Calheta'Café'Café
Almoço apressado... havia atraso de Programa e o Museu da Calheta estava à nossa espera.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - CalhetaCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Museu da Calheta
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Museu da CalhetaCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Museu da CalhetaCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Museu da Calheta
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Museu da Calheta
Depois, uma voltinha pela vila, também ela a preparar-se para o Espírito Santo.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Calheta
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - CalhetaCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Calheta
De novo na estrada.
Ia começar o "sobrevoo" das Fajãs.
A da Fragueira:
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã da FragueiraCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã da FragueiraCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã da Fragueira
Na dos Vimes, primeiro espreitar lá do alto, como se fora uma fotografia aérea...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos VimesCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos VimesCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes
Depois, ladeira abaixo, sempre a descer, em busca de velhas artes e gestos de tear.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de ArtesanatoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de ArtesanatoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de Artesanato
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de ArtesanatoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de ArtesanatoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de Artesanato
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de ArtesanatoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de ArtesanatoCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de Artesanato
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Fajã dos Vimes - Casa de Artesanato
O barquinho dança dedos de mulher
e da teia vão emergindo formas e côres.
Não deu para ver funcionar a atafona da Ribeira Seca, mas alguém tinha de ir com as vacas ao pasto...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nos Açores - São Jorge - Atafona da Ribeira Seca

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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