23 outubro, 2005

Imagens e rostos (4)

Para o album das recorda-ções, na Expo de
Sevilha...




Foto: Antunes Amor

Dias antes da inauguração, num PASSEIO de JORNALISTAS que apresentou o Pavilhão de Portugal à comunicação social portuguesa.

Imagens e rostos (3)

A lancha saiu das Lages das Flores e está a encostar ao cais do Corvo. Mestre Augusto dirige a amarração.

Foto: Antunes Amor

Imagens e rostos (2)



Pelas ruas velhas de Castelo de Vide...

Foto: Antunes Amor

Imagens e rostos (1)


Nas Furnas (São Miguel) com o cozido a sair das caldeiras...

Foto: Antunes Amor

17 outubro, 2005

Tanta terra... tanto mar!

De êxito, podemos falar... a propósito do PASSEIO DE JORNALISTAS. Um êxito, em grande parte, construído pelo empenhamento de mais de duas dezenas e meia de companheiros da Comunicação Social que integraram as nossas caravanas de fruição e de descoberto: gente atenta, passível de sedução e de deslumbramento, capaz de ver e, sobretudo, de contar!

Moncorvo, Moura, Idanha-a-Nova, Fronteira, Gouveia, Campo Maior, Figueira de Castelo Rodrigo, Vila do Bispo, Elvas, Crato, Portalegre, Oliveira do Hospital, Ponle da Barca, Sines, Arganil, Vila Nova de Poiares, Paredes de Coura, as terras do Alto Tâmega ou do Marão, foram algumas dos paragens onde aportou o PASSEIO DE JORNALISTAS. Que... esteve também na EXPO de Sevilha, percorreu todas as ilhas dos Açores e visitou Mlrandela, Castelo de Vide, Serpa, Vila Nova de Foz Coa, Monchique, Covilhã, Águeda, etc. etc.

A festa do oitavo aniversário foi na ilha de Santa Maria (já a do 6º tinha sido no Corvo). Depois, foi este interregno. Que acaba agora com a nossa surtida à Peneda, ao Soajo e ao Lindoso..

E o ano que aí vem, está recheado de surpresas...

14 outubro, 2005

PASSEIO DE JORNALISTAS à Peneda e ao Soajo
já tem data marcada

Como prometido será em Novembro.

Dia 11 (é uma sexta feira) saímos para estrada a caminho da
Peneda. A partida é de Lisboa mas faremos uma paragem no Porto se houver solicitações nesse sentido.

À tardinha já estaremos na
Senhora da Peneda, bem no coração do Parque Nacional Peneda-Gerez, para assentar arraiais na belíssima (e recente) unidade hoteleira local.

No sábado, manhã cedo, sairemos para
Lamas de Mouro e partiremos à descoberta dos caminhos da Peneda que integram o concelho de Melgaço. Com uma surtida a Castro Laboreiro para lhe ver castelo e vistas e para um almoço retemperador - a jornada promete ser rica e intensa...
Á tarde rumaremos a Sul, para o
Mezio, para as bandas de Arcos de Valdevez... com tempo para calcorrear a aldeia do Soajo e calmas para o jantar.

Nestes fim de semana, de horizontes largos e cores fortes, havemos de reencontrar as
brandas, as amarelas e os espigueiros. E fica combinado o almoço de domingo no Lindoso, já no concelho de Ponte da Barca.
Depois disso, com muita pena será o regresso a penates.

Por pouco tempo. Porque, em Janeiro, já estaremos no
Norte Alentejano, numa surtida por outro Parque Natural: o de São Mamede - que Inverno é tempo de matança de porco, as castanhas apetecem e o vinho é para provar...

08 outubro, 2005

À descoberta do País Interior



A ideia, simples, nasceu quase por brincadeira... como às vezes nascem as coisas sérias.



Já lá vai um bom par de anos, estávamos no Festival Nacional de Gastronomia e provávamos umas alheiros de Moncorvo.

Aí saltou um desafio paro os jornalistas: Vocês comem as alheiras aqui mas não vão à minha terra prová-las. Era o desabafo, sentido, de quem se habituou a que as terras do interior fossem ficando ausentes das rotas da chamada Grande Comunicação Social .

O desafio não ficou sem resposta. Foi apenas o tempo de concitar algumas boas vontades... e de assegurar um grupo (interessante e interessado) de jornalistas. A Rodoviária Nacional disse sim, a Câmara Municipal de Moncorvo montou a operoçõo de recepção. E (em Abril de 1988) um grupo de cerco de 20 jornalistas rumava até àquelas terras nordestinos. Para um fim de semana de descoberto e de embevecimento!

Quase sem que se desse por isso, acabava de nascer uma iniciativa que se foi revelando actuante e necessária. Até se transformar na única acção que (de uma forma continuada) fazia a promoção turística das terras do interior. Até se converter (para muitas das terras que foram visitadas) na quase exclusiva possibilidade de acesso o um tão grande número de profissionais da Comunicação Social.

De dois em dois meses, convidávamos companheiros nossos de diversos Órgãos da Comunicação Social... para connosco sairem estrado fora... ao encontro do vida que se constrói longe dos grandes centros de decisão político e económico. De dois em dois meses, descobríamos uma terra ou uma região, saboreávamos-lhe a gastronomia. os sonhos, as apostas de futuro. Era o tempo dos encontros (e dos reencontros) à volta um copo de vinho. Como quem troca dois dedos de conversa. com o ar natural e simples das realidades vividas, dos anseias de progresso, das histórias para ver e sentir, dos projectos, dos desesperos e dos sonhos...


Estamos de regresso!
Em Novembro, o PASSEIO DE JORNALISTAS está de novo na estrada!

02 outubro, 2005

Se alguém fôr capaz...

Permitam-me que os incomode para falar de uma coisa que sei... e gosto! Permitam-me até que fale de gozo e de prazer. Neste caso, feitos passeios e história desses passeios. Que... de tal se trata: falo do Passeio de Jornalistas.

Nasceu quase por brincadeira... como às vezes nascem as coisas sérias! Depois transformou-se numa das mais importantes acções de promoção do Turismo Interno: pela capacidade que demonstrou de concitar as atenções dos profissionais da Comunicação Social, pelo que representou de espaço e tempo mobilizados no universo dos Média, pelo que significou de atenção às terras e às gentes normalmente arredadas das rotas da chamada
Grande Informação.

Suscitar a deslocação de uma vintena e meia de jornalistas a um qualquer complexo turístico algarvio é coisa fácil. Fazê-los deslumbrar com a paisagem de Barca de Alva, a posta mirandesa, o modo de matar o porco em Fronteira ou a arte da pesca na Costa Vicentina... isso já não é corriqueiro: exige jornalistas que conservem a capacidade de se deslumbrar, jornalistas que conservem a capacidade de ver e de... contar!

Esse foi o trunfo do Passeio de Jornalistas . Acabámos' por reunir alguns dos melhores' profissionais da Comunicação Social deste país. Com eles partimos estrada fora, de dois em dois meses, rumo a uma qualquer terra, rumo a muitas histórias... e a muitas páginas para as relatar!

Foram oito anos de viagens (entre 1988 e 1996). E o hiato, que desde então se verificou na sua organização, veio comprovar que nada mais existia de semelhante àquela realização. Com uma ponta de (merecido) orgulho escrevíamos já há 10 anos:

“se alguém pretender criar qualquer coisa que parecida seja, que o faça. Se for capaz... e conseguir!”

Os tempos deram-nos razão. E, todos estes anos transcorridos – como ninguém mais avançou – eis-nos de novo de regresso a esse desafio de passear, de conviver e de contar os Passeios.