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02 julho, 2009

Ministro dá a Cara em defesa do Teatro Popular

O Governo assume a defesa de uma das formas mais genuínas de Teatro Popular.

O Ministro Manuel Pinho não hesitou, na Assembleia da República, em afirmar (do modo mais entusiástico e vibrante) o seu apoio aos Caretos de Podence.

Numa sentida homenagem a uma das mais genuínas formas de arte popular, o ministro que detém a tutela do Turismo não se poupou a esforços para exemplificar alguns dos gestos mais característicos e sugestivos de uma manifestação cultural cujas origens se perdem na memória dos tempos.

Lamenta-se apenas que a actuação de Manuel Pinho tenha sido coartada pelo Regimento da Assembleia da República que não prevê a possibilidade de “chocalhar as moças” dentro do hemiciclo.

Tudo leva a crer que o próximo Entrudo de Podence venha a contar com alguns reforços de peso porque, a acreditar no que hoje se testemunhou em São Bento, além do ministro, marcarão presença nas festas daquela aldeia do Concelho de Macedo de Cavaleiros alguns membros do seu Gabinete e do seu quadro de acessores.

Um esforço meritória para garantir que o Portugal profundo e genuíno constitua, cada vez mais, uma “Marca” do Produto Turístico Português.

E… ingredientes bastantes para garantir o êxito antecipado do próximo Entrudo de Podence.

30 maio, 2009

Troca-troca da véspera... prato de sustância ao almoço!

E o ar de contentamento (quase felicidade) com que nos servem um crime fresquinho, à hora de almoço?

A notícia vinha da madrugada. Mas, para ser convenientemente degustada, precisava de umas imagens no local e de umas testemunhas oculares (desta vez, pelo menos uma ou duas ate tinham óculos!).

Passemos à Sorte Grande das televisões naquele princípio de tarde. A SIC abriu com isso, as outras não reparei. Uma história curta e de fácil entendimento:

Uma cáfila de amantes do Jogo da Bolha reuniu-se em conclave para umas compras e vendas. À socapa – como resulta da ilegalidade de um negócio que dá para limpar tudo o que seja dinheiro sujo (da droga à prostituição, das armas até aos, ainda, mais desprezíveis tráficos).

Gente fina, uns 700 mânfios, se calhar… alguns acima de toda a suspeita.

Estavam eles no troca-troca, entram mais 3 do mesmo jaez, dizem que são polícias e “está tudo preso!”.

Nestes casos, a consciência pesada até dá asas às pernas. Cada um pira-se como pode, os polícias de brincar sacam mais de um milhão de euros e desaparecem sem esperar que cheguem os polícias a sério.

O interessante deste caso… é que não há caso: nenhum dos cidadãos aliviados dos seus euros vai apresentar queixa (se calhar ainda teria de explicar de onde veio o dinheiro que voou).

Longe de aplicar a máxima ladrão que rouba a ladrão tem 100 anos de perdão, a SIC lá encontrou matéria para abrir o noticiário das 13h00...!

O país segue dentro de momentos.

16 fevereiro, 2009

Uma Invenção para namorar a crise

E não é que, muito antes desta "modernice" do Dia dos Namorados, já havia quem insistisse em namorar?
Em terras do Minho era costume mesmo as moças bordarem o lenço para oferecer ao seu conversado.

Motivos singelos e recados de amor, escritos do mesmo modo como eram pronunciados:

E se o Ouro que se trazia ao peito era uma espécie de garantia ou caução para doença ou outro mal da vida (quase um PPR), também podia ter rasto de jura de amor ou preito de fidelidade. Ouro ou prata trabalhados como se fora um bordado ou uma renda...

Por essas aldeias fora aldeias fora, namoro era no portelo da casa. se fazia à porta de casa. E nas casas mais ricas era conversa (vigiada) de sala, com apropriados móveis. Como esta conversadeira...

... ou esta namoradeira. Que sempre iria permitir uns leves aconchegos sob ao atentos olhares da mãe guardiã de virtudes e falatórios.

Não fossem as necessidades comerciais que nos trouxeram o São Valentim, como é que nós, empedernidos de coração, iríamos aprender a namorar?

O denominado "Dia dos Namorados" é uma invenção recente entre nós, sem qualquer passado, memória ou raiz cultural. Tão recente... que ainda me lembro da sua invenção.

Estávamos em 1982. Já nessa altura se sentia a crise do pequeno comércio - assustado com a chegada dos hipermercados (sem imaginar sequer o gigantismo de Centros Comerciais a que iríamos chegar…!). A iniciativa foi da União dos Comerciantes da cidade de Lisboa que, para isso, pediu apoio à Rádio Comercial cuja redacção nessa altura eu integrava

O riso que me provoca agora quando leio algumas peças jornalísticas (?) sobre este tal “Dia dos Namorados” (ou dia de São Valentim"). Como se, entre nós, ele não se resumisse a uma estratégia (legitima) de comerciantes e afins para adiar encerramentos, falências e despedimentos. E então quando desatam escrever sobre apaixonamentos e romantismos…

Com o apertar da crises, este foi o ano de todos os namorados. E, para um singelo dia, foram meses de campanhas publicitárias. Com o leque de sugestões de presentes a dilatar exponencialmente. Tudo o que era restaurante inventou receitas e pratos especiais para a celebração. Como o dia não tinha qualquer rasto de celebração entre nós, tiveram de deitar mão a tudo o que era estrangeirice culinária ou arremedo de cozinha de autor.

Mas... dos hotéis ao perfumes, dos telemóveis às jóias, dos chocolates aos relógios, foi um corrupio de anúncios. Desta vez, nem as Regiões de Turismo quiseram ficar de fora e ofereceram escapadinhas(escapadelas?) ou love trips para animar o mercado - que... isto da procura interna... vai mesmo mal. Houve até uma marca de automóveis que propôs que você oferecesse uma viatura novinha em folha à pessoa amada (neste caso, independentemente do estatuto de relacionamento, seria mesmo uma verdadeira “com/sorte”).

A este frenesim publicitário ficaram agradecidos jornais, rádios e televisões para quem tal inusitado caudal publicitário constitui bênção e refrigério em tempos de contenção e de seca. E vá de aproveitar a boleia.

Em quase todos eles, a manifestação que veio do frio, mais exactamente da capital russa: "jovens do movimento "Nós" lançarão um apelo a todas as mulheres para recusarem fazer amor com os homens que apoiam a política do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin. Se a moda pega...

Ainda por cima não se percebe o castigo quando, como escrevia o Portugal Diário, os homens planeavam "gastar mais dinheiro do que as mulheres" nesta febre namoradeira. Talvez por isso menos o Jornal de Notícias apelava à publicação de mensagens na sua edição online com o argumento (sugestivo?) de que o "Dia de S. Valentim é a altura ideal para fazer uma surpresa ao seu mais-que-tudo". Mas a pensar nos tempos de incerteza e crise estava a a Agência LUSA que, em take disseminado por quase toda a imprensa, dizia que "amor, amor mesmo era se você oferecesse um PPR à sua cara metade". Também o Público referia que o espírito da quadra tinha tocado o coração de governantes israelitas que, em véspera do Dia dos Namorados autorizaram "os produtores palestinianos a enviarem 25 mil cravos vermelhos para a Europa".

E se O Record se fazia eco do lamento de Jessica Augusto que não "pode festejar o Dia dos Namorados com Eduardo, o guarda-redes do Sp. Braga", ausente em Valência, o Correio da Manhã dava voz à esperança da organização do "Eros Porto" de que "os casais adiram em força ao evento". Vá se lá saber porquê...! Mais discreta, a RTP sublinhava que as "propostas no Algarve premeiam os mais imaginativos". E o Diário Digital não hesitava em afirmar que "A amante deste século tem placa gráfica". Coisas...

Realista em relação aos objectivo dos festejos da data o Açoriano Oriental escrevia que o "pequeno comércio tenta resistir à crise" e o Diário Económico avançava uma listagem de "presentes originais para oferecer no dia dos namorados". E se até se entende que o Blitzz achasse que isso de Dia dos Namorados era mesmo para nos dar música e perguntasse "quais as vossas músicas românticas favoritas?", nunca esperei ver o Expresso a dizer: "Saímos para a rua para tirar a temperatura à paixão dos lisboetas. Há de tudo"...

Mas o que não percebi mesmo foi aquela notícia que veio lá dos confins do Oriente, acerca daquelas duas jovens, de uma associação de defesa dos animais que se iam despir "nas ruínas de São Paulo, em Macau, para apelar a residentes e turistas que no Dia dos Namorados optem por uma dieta vegetariana". Namorados? Dieta vegetariana? Elas lá sabem…

08 janeiro, 2009

Geografia turística ou banquete partidário em ano de eleições?

Não acredito no que dizem
por aí!

Não pode ser verdade!

A manipulação política, os arranjos partidários, a falta de vergonha institucional não poderia ser levada a tal extremo.

Primeiro vieram dizer-nos que não se justificavam tantas Regiões de Turismo. Que era preciso criar entidades de Promoção Regional fortes, dotadas de massa crítica e capacidade de intervenção, capazes de assegurar a promoção turística das respectivas regiões.
Nas faldas da Estrela,
na borda da Gardunha,
na beira do rio,
no Fundão.

Depois subverteram tudo e vergaram-se às pressões dos barões do Partido e desataram a retalhar o mapa original para satisfazer clientelas e amizades.

Mas o mais grave estava para chegar… e descobriu-se que a falta de respeito democrático levou a que nem as escolhas políticas locais das populações – expressas em eleições autárquicas que, declaradas válidas, exigiam leitura adequada e respeito pelas escolhas. Em vez disso, cozinharam-se Entidades Regionais, Pólos de Desenvolvimento, direcções e presidências... a bel-prazer das necessidades partidárias (mais fortes agora, que a crise aperta, o desgaste político é evidente e as eleições estão à porta).

E aquilo que não foi alcançado nas urnas é conseguido na Secretaria: o PSD, força maioritária autárquica (por isso detém a Presidência da Associação Nacional de Municípios) quase desaparece. O Partido Comunista é varrido do Alentejo. Tudo da mãozinha da “rosa”, num Portugal cinzentão… quase de partido único. Nem Cavaco no seu melhor… trabalharia assim!

E como se isto não bastasse, chega agora a ameaça (quase apetecia empregar o termo chantagem) dirigida aos municípios que, por não estarem de acordo com o processo ou por não haverem (sequer) - sido consultados, não reconhecem as ditas entidades Regionais (ou os Pólos de Desenvolvimento) e decidem manter-se fora de todo o processo. A uns e a outros está a ser respondido que se persistirem nessa posição não poderão candidatar-se a verbas do QREN(1) destinadas ao turismo. Uma ameaça declarada utilizando... dinheiros públicos nacionais e comunitários (que são de todos nós) como arma de pressão.

Em que país estamos? Na África das guerras tribais e dos “senhores da guerra”? Nalguma oligarquia da América Latina?

(1) O Quadro de Referência Estratégico Nacional constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de
coesão económica e social em Portugal no período 2007-2013.


01 outubro, 2008

A rede tem surpresas destas...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTASnos Açores - Faial - Peter Ele há coisas...

Estava eu a consultar o meu correio electrónico e vejo um recado do Plaxo dizendo que havia um comentário novo à mensagem do António Vilhena que divulgava o post do Café Portugal® onde era referida uma reportagem de Santos Mota sobre o Peter - aquando da passagem pela cidade da Horta do Passeio de Jornalistas.

Fui ver e... não acreditam a boa surpresa que me aguardava.

Não digo mais nada. Leiam vocês.

18 agosto, 2008

O cimento armado avança sobre as praias? Colocam-se uns cartazes para defender as dunas!

Só porque estamos na praia, não era preciso atirarem-nos areia para os olhos...
Para isso já chegava o vento da Meia Praia!

Quase deitado na areia, o cartaz esclarece o âmbito da obra: "Recuperação dunar da zona central da Meia Praia". Não é da praia toda... mas só de uma parte dela.

Embora se não lhe notem os efeitos, há dinheiros da Comunidade Europeia, referências ao Ministério de Ambiente, ao Programa Operacional da Região Algarve e à CCR do Algarve.

Das "plantações" do ano passado só quase restou o cartaz que explica como se devem proteger as dunas. O simulacro de vegetação que devia proteger as areias... há muito que se foi.

Restou o passadiço "muito cool" que preserva a praia de carrinhos de bebé, cadeiras de rodas e... de todos os seres humanos que não consigam subir as escadas de acesso.

Mas que importa isso se o que está em causa é a defesa do ambiente e da paisagem natural?
Café Portugal - Meia Praia, Lagos
Café Portugal - Meia Praia, Lagos
Café Portugal - Meia Praia, Lagos
Café Portugal - Meia Praia, Lagos
Café Portugal - Meia Praia, Lagos

Se o cimento armada avança sobre a praia, se as construções proliferam na duna, se os guindastes ameaçam entrar mar adentro, trazem-se mais uns quantos cartazes do Ministério de Ambiente (pagamos nós todos!) e organizam-se mais umas empreitadas de "protecção ambiental" (pagamos nós todos!).

Café Portugal - Meia Praia, Lagos

Gozem connosco. Mas sejam mais discretos...!

16 julho, 2008

Quem os mandou ir para a fronteira de Marvão???

Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Marvão é vila de trepar.
Ladeira acima, o branco das paredes a ferir a vista de ardores de sol.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Igreja aqui, cadeia que já não é cadeia, tribunal que já não tribunal, museu além...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
galgados aqueles degraus, é a cisterna.
Ali já é Castelo, muralhas e torres.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
por entre os canhões que sobraram doutros tempos e doutras guerras...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
E donde é que vieram estes?
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Nem o tocador velho pode passar os dedos pelas teclas do acordeão sem ser importunado pelas fotografias.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Bem mandados:
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
e claustros.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
E era isto para ser um
Passeio de Jornalistas...
Embutido na rocha, um ninho de águia, um castelo, um posto de vigia...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Marvão são ruas estreitas para sorver devagar, fachadas portadas e janelas de parar e ver.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Sem conta, peso e medida,
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
E flores...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Lá do alto, horizontes e lonjuras. Santo António das Areias a um voo de pássaro, Espanha a perder de vista...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
De pé posto no Lajeado de Ammaia, urbe romana de boas águas e melhores ouros?
Em afadigada escrita com notas de visita guiada?
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Chispa daqui.
Vão para Espanha.
Desapareçam para Cáceres e... o diabo que vos carregue!
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
entre balcões...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
Até deixarem Cáceres para trás...!!!
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
Francamente...!!!

Fotos: MLPS (direitos reservados)
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Tudo sobre o
PASSEIO DE JORNALISTAS
em Marvão

03 março, 2008

PASSEIO DE JORNALISTAS??? Em Torre de Moncorvo??? Tudo não passou de um pretexto...!!!

O destino era Torre de Moncorvo.
Passeio de Jornalistas... diziam eles.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

E margens do Sabor...


Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Aprisionaram-nos no Museu do Ferro.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Manobras suspeitas com armas perigosas... sob uma capa de santidade.
Esse aí era o cabecilha.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Mas eles olhavam paisagens e passeavam ruas como se nada fosse...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Vejam a força com que seguram o garfo com as duas mãos. E esse aí ao lado...que se ri.
Cá para mim, o tal Reis também é suspeito...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

E aqui estavam a fazer o quê???
A contemplar a praia da foz do Sabor? A admirar o Douro?

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Tinham prometido amendoais em flor...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Forçaram-nos à Catedral.


Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Apesar do disfarce da visita às igrejas, houve quem desconfiasse e vigiasse da janela...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Inventaram um aniversário - diziam que era do Passeio - como estratégia de diversão.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

E este que se fazia passar por fotógrafo? Aqui em flagrante!

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Alguém acredita que treparam para ver o Vale da Vilariça? Com aquele nevoeiro ???

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo

Peixinhos de rio... Disfarces!!!
Fotos: MLPS (direitos reservados)
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Tudo sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS em Moncorvo