Passear os Açores é ter sempre mar por perto... mesmo quando as navegações são por terra. |
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Olhando a Horta, avistando o Pico, quase como quem espreita as vinhas que nascem da rocha, numa vertigem de fajãs ou num balcão com vista para a ilha... |
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...
Passear os Açores é ter sempre mar por perto... mesmo quando as navegações são por terra. |
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Olhando a Horta, avistando o Pico, quase como quem espreita as vinhas que nascem da rocha, numa vertigem de fajãs ou num balcão com vista para a ilha... |
Que melhor sítio para publicar uma reportagem sobre os Açores do que a secção "Ilhas Perfeitas" da conceituada revista brasileira "Viagem e Turismo"? Mesmo que os responsáveis oficiais do sector do Turismo nunca tenham reparado no trabalho desenvolvido pelo Passeio de Jornalistas, mesmo que nunca lhe tenham vislumbrado qualquer "Utilidade Turística" em termos de divulgação de paisagens, rostos, gostos e sabores, bastaria a atenção que lhe é dedicada por tantos companheiros de ofício para saciar o ego e constituir justa paga pelo esforço (que outro nunca existiu!). Agora são as imagens da Ana Rojas e as palavras escritas pela Patrícia Jota que dão voz à aventura que vivemos nos Açores. Aqui de relance para abrir o apetite. | |
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![]() | aquela era para ser mais uma noite de calmaria na pequena ilha de São Jorge. Debruçada sobre um mar tranquilo, a varanda do quarto do hotel dava passagem a uma brisa tímida. Já deitada, de luz apagada, mas de cortina aberta, eu olhava para fora sem prestar atenção em nada. De repente, me dei conta de que estava no meio do Atlântico, abrigada em um pedacinho de terra – 56 quilómetros de comprimento e 8 quilómetros de largura – que nada mais é do que um conjunto de vulcões extintos, sujeito a terramotos. Num instante compreendi tudo: as inúmeras igrejas, ermidas e capelas. As festas, as rezas. É tão frágil a existência dessa gente – os açorianos. Não admira que eles sejam assim: simples, alegres, generosos e devotos. Meus pensamentos não foram muito longe. Logo, uma sinfonia (...) Saborear mais. |
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No terceiro dia da nossa estada na Horta, zarpámos de barco para a Vila da Madalena, na vizinha ilha do Pico, mesmo em frente do Faial e o encontro com a paisagem protegida da vinha constituiu um dos grandes momentos(...) | |||
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Do Pico para São Jorge, pelo Canal que Nemésio contou... | IR PARA O PRINCÍPIO |
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Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | Ver continuação |
Quase nas despedidas do Pico, um verdelho e um Caldo de Peixe... | IR PARA O PRINCÍPIO |
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Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | Ver continuação |
No Pico, em São Roque, com quem sabe do ofício... | IR PARA O PRINCÍPIO |
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Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | Ver continuação |