
O Jorge Andrade foi dos que connosco subiram até Marvão, foram à Ammaia, passearam Margens de Sever, calcorrearam a calçada romana, remaram na Barragem, provaram cação, cacholeira e boleimas...
Um fim de semana cheio de aventuras. Para ler aqui.
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...


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Fonte: ViaMichelin
Como é bom de ver, em terras transfronteiriças percorridas por memórias de namoros e comércios com ambos os lados, era inevitável o salto à Estremadura Espanhola. Reservámos o domingo para isso.
Vai servir para cruzar a ambição de Marvão (que quer ser reconhecida como Património da Humanidade) com imagens de Cáceres que já ostenta esse título.
Cruzando também realidades e saberes de administração regional e local de terras que - condenadas a viver lado a lado, e agora que já não há Guerras Peninsulares - têm os entendimentos e os projectos comuns de fronteira como inevitáveis e promissores.
E cruza a raia, Estremadura espanhola adentro até Cáceres.
Porque, por aquelas paragens,
a vida se faz com ambos os lados da mesma fronteira.

Marvão, Portagem, Santo António das Areias, a cidade romana de Ammaia,
Pelos trilhos da serra de São Mamede, nas margens do Sever, com histórias de casamentos e contrabandos fronteiriços, no regresso ao sarapatel, ao cachafrito, ao canto e dança das saias, à lonjura de horizontes...