
De tão longe para falar de tomates? Quando eu não sou especial adepto deles na salada? - sempre preferi a alface, o pepino, os pimentos, as acelgas, etc. Porque os outros - que começando como referência física de masculinidade acabam em qualificativo de atitude e postura - vão rareando e custam cada vez mais a manter no sítio...

E se mos deram a mim (mesmo sem entender os porquês, ja agradeci) lá vou eu reparti-los com companheiros de jornada que gosto de convidar para um café.
Defesa de Direitos do Homem, na sua vertente de afirmação da liberdade de conceptualizar e agir, poderá ser a frontalidade de falar Claro, o exercício de anãlise do IRREAL TV, a beleza e a maré de sentimentos do NimbyPolis e a ternura da afirmação de valores nossos do Águas do Sul.

Ficam apenas estas cinco referências, porque - como diria o Luís Eusébio - a calibragem dos tomates não permite mais fartura.
De qualquer forma, o que é preciso... são mais tomates! Dos duros e dos rijos (o que não lhes retira capacidade de carinho e sedução...)!!!
2 comentários:
Obrigado pelos tomates.
Acho que os vou comer como salada... para os semear teria que os pôr ao sol a secar e retirar-lhes as sementes... se as tivessem...
Um abraço.
Apesar de já ter dado pela distinção, digamos que me senti sem jeito para escrever umas linhas a cumprimentar o Café Portugal e o Rui Dias José pela escolha. E obviamente pela persistência na blogosfera, com um trabalho de descoberta do país empolgante.
Ver o resultado das minhas reflexões e partilhas admirado por um Homem Digno é das maiores honras da minha vida. Comovo-me, agradeço e aqui estou a abraçar esse costado de granito que tem enfrentado os mais inusitados ventos e tempestades.
Seu Amigo, com Rosto, Coração e Tomates
Luís
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