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Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...
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| Andavam esquivos os flamingos. Quase só se deixando avistar de longe, com a ajuda dos binócolos que mão amiga da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim nos emprestou. | |
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Valeu-nos um pequeno bando que resoveu levantar voo e sobrevoar aquele caminho entre salinas. | |
Fotografado logo ali, sem remissão... e com alguma sofreguidão. Branco, rosa e negro em pleno voo. Lindo! | |
| PASSEIO DE JORNALISTAS em Castro Marim | |
* Cinco núcleos de desenvolvimento turístico aprovados. Um investimento de cerca de 500 milhões de euros. Quando o projecto estiver concluído, o concelho contará com mais nove mil camas.* A Entidade Regional de Turismo do Algarve "não tem uma presença forte" no concelho de Castro Marim, limita-se à promoção dos eventos, afirma respectivo Presidente da Câmara. * "Acabou um certo modelo de subsídio", responde o Presidente do Turismo Algarvio: "anualmente gastamos perto de três milhões de euros na promoção e marketing da região". O Passeio de Jornalistas em Castro Marim nas páginas da Revista Café Portugal. | |
| PASSEIO DE JORNALISTAS em Castro Marim | |
Daqui a pouco vai estar na estrada mais uma edição do Passeio de Jornalistas. Agora, tudo a Sul, nas margens do Guadiana e da Ribeira de Odeleite, em Castro Marim: Uma Reserva Natural para descobrir, dois castelos para trepar, velhas artes e ofícios para reencontrar e muitas histórias e rostos para mergulhar. |
Altura – Azinhal – Castro Marim – Odeleite |
O Passeio de Jornalistas calcorreou rio e margens de Douro em São João da Pesqueira, trepou socalcos de vinha e de sol, bebeu paisagens e vinhos.Da Quinta de Roriz fala a Anabela Pereira nas páginas da "Olá/Semanário". Saia mais uma rodada e saboreemos todos! |
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Pelos caminhos de Alqueva andou o Santos Mota com o Passeio de Jornalistas.
descobrir portugal ultrapassa a barreira dos 1000 membros. Aquele que já era o maior grupo de Língua Portuguesa no Plaxo reforça a sua posição a afirma-se como referência na divulgação das coisas portuguesas.| "Porque há PAÍS e ROSTOS para mergulhar descobrir e... saborear! Todas as enseadas e horizontes. Entre cores, e sentimentos, paisagens e sonhos, sons, sabores e saberes. Porque estamos aqui, gostamos, desesperamos, apostamos, temos vontades e raivas. Neste chão ou nos mares da diáspora, em português conversamos, conhecemos e discutimos. O QUE QUISERMOS! QUANDO QUISERMOS E SOUBERMOS!" |
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Mas o que não percebi mesmo foi aquela notícia que veio lá dos confins do Oriente, acerca daquelas duas jovens, de uma associação de defesa dos animais que se iam despir "nas ruínas de São Paulo, em Macau, para apelar a residentes e turistas que no Dia dos Namorados optem por uma dieta vegetariana". Namorados? Dieta vegetariana? Elas lá sabem…
![]() | Nos alvores do Outono, já no final das Vindimas, os socalcos do Douro, as voltas do rio, o quase cobre das folhas das videiras. O autocarro do Passeio de Jornalistas ia parando aqui para uma vista de encosta, ali para espreitar as águas cá do alto, mais além para contemplar vinhas e xisto de que se fazem as margens. Paisagem gloriosa aquela que o José Mendes tão bem conseguiu captar. (clique para ampliar) |
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Outros olhares do José Mendes sobre São João da Pesqueira | |
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Espreite os olhares do José Mendes sobre Viseu | |
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| Que melhor sítio para publicar uma reportagem sobre os Açores do que a secção "Ilhas Perfeitas" da conceituada revista brasileira "Viagem e Turismo"? Mesmo que os responsáveis oficiais do sector do Turismo nunca tenham reparado no trabalho desenvolvido pelo Passeio de Jornalistas, mesmo que nunca lhe tenham vislumbrado qualquer "Utilidade Turística" em termos de divulgação de paisagens, rostos, gostos e sabores, bastaria a atenção que lhe é dedicada por tantos companheiros de ofício para saciar o ego e constituir justa paga pelo esforço (que outro nunca existiu!). Agora são as imagens da Ana Rojas e as palavras escritas pela Patrícia Jota que dão voz à aventura que vivemos nos Açores. Aqui de relance para abrir o apetite. | |
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![]() | aquela era para ser mais uma noite de calmaria na pequena ilha de São Jorge. Debruçada sobre um mar tranquilo, a varanda do quarto do hotel dava passagem a uma brisa tímida. Já deitada, de luz apagada, mas de cortina aberta, eu olhava para fora sem prestar atenção em nada. De repente, me dei conta de que estava no meio do Atlântico, abrigada em um pedacinho de terra – 56 quilómetros de comprimento e 8 quilómetros de largura – que nada mais é do que um conjunto de vulcões extintos, sujeito a terramotos. Num instante compreendi tudo: as inúmeras igrejas, ermidas e capelas. As festas, as rezas. É tão frágil a existência dessa gente – os açorianos. Não admira que eles sejam assim: simples, alegres, generosos e devotos. Meus pensamentos não foram muito longe. Logo, uma sinfonia (...) Saborear mais. |
| Vem aí mais uma ofensiva do betão: morrem aldeias à mingua mas salvam-se os bancos… É a crise, dizem-nos! |
| Penalva de Alva, 17 de Janeiro de 2009 Eu, cidadão abaixo-assinado, escriba de profissão e jornalista por vício, venho por este meio declarar publicamente que – nunca tendo obtido lucro de especulação imobiliária ou de jogo na bolsa, nunca tendo frequentado “offshores” ou paraísos fiscais, nunca tendo pertencido á administração de loja bancária, para-bancária, ou de penhores, nunca tendo exercido responsabilidades de controlo bolsista ou de supervisão banqueira, nunca tendo experimentado financiamentos públicos, fundos perdidos, avales ou contrapartidas do Estado – me considero inocente em relação às causas efeitos e consequências do (anteriormente) chamado “crescimento negativo”, agora (já oficialmente) denominado por “recessão” e que futuramente poderá vir a ser conhecido como “deflação”. (...) | |
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| Um fim de semana no Alto Douro, à descoberta de São João da Pesqueira, com histórias e sabores para contar... | |
Passeie também com ele. Aqui. | |
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![]() | As aldeias, o xisto, as casas, os que lá vivem, os que lá passam: um Passeio de Jornalistas pela Beira Interior. «Da serra da Gardunha à Cova da Beira» foi o mote. |
Houve aldeias serranas para conhecer e pessoas para descobrir. Tudo aqui retratado nesta galeria de imagens. | |
Entre queijos, memórias de vinho que já houve em São Jorge e uma prova de Verdelho nos Biscoitos da Terceira, imagens e paisagens de duas ilhas do Arquipélago Açoriano. Ainda ecos do Passeio de Jornalistas nos Açores | |
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Santos Mota saboreia, na revista "O Escanção", sabores, néctares e vistas das ilhas. | |
Para degustar aqui. | |
| Não acredito no que dizem por aí! Não pode ser verdade! A manipulação política, os arranjos partidários, a falta de vergonha institucional não poderia ser levada a tal extremo. Primeiro vieram dizer-nos que não se justificavam tantas Regiões de Turismo. Que era preciso criar entidades de Promoção Regional fortes, dotadas de massa crítica e capacidade de intervenção, capazes de assegurar a promoção turística das respectivas regiões. | ![]() |
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Depois subverteram tudo e vergaram-se às pressões dos barões do Partido e desataram a retalhar o mapa original para satisfazer clientelas e amizades. (1) O Quadro de Referência Estratégico Nacional constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de | |
"São Pedro do Corval é uma aldeia com vidas feitas de barro, mas que começam a perder-se para outros ofícios mais rentáveis. Dez horas de trabalho diário para viver do barro. Oleiro desde os 14 anos, Rui Santos passou a infância a brincar com a matéria-prima que dá origem a peças únicas, características da decoração alentejana. (...)"
(...) «Pode provar se quiser; não paga por isso», afiança a «cobrideira», entre arremedos vigorosos de mãos-cheias de amêndoas, fervilhantes, dentro do grande tabuleiro em cobre. Sob o utensílio, num pote de barro, as brasas ardem em borralho. O fogo, lento, aquece desta forma o tabuleiro. Reparamos nos dedos de Cândida, protegidos por um pequeno exército de armaduras. Dez dedais constroem o escudo que separa as pontas dos dedos da «cobrideira» do calor intenso do tabuleiro. (...)
Para o Novo Ano, os votos que atravessam o mar desde Cabo Verde. São do Nuno Rebocho. | |||||||
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