12 dezembro, 2007

PASSEIO DE JORNALISTAS no Algarve Interior: "Calçadinha romana de São Brás em notícia

O PASSEIO DE JORNALISTAS esteve na inauguração do Centro de Interpretação da Calçadinha romana de São Brás de Alportel.
Foi na incursão à Serra Algarvia no princípio de Dezembro.
O Alexandre R. de Almeida e a Raquel do Rio (Agência LUSA)
contaram
.

Veja os ecos:

(Se os links indicados já não estiverem activos, poderá consultar a versão integral da notícia aqui.)


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Viaje pela Serra do Caldeirão com o PASSEIO DE JORNALISTAS

11 dezembro, 2007

VIAJAR p'lo Douro

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Revista VIAJAR
Douro: Uma viagem, várias histórias, o mote de Domingos de Azevedo para a crónica, na Revista VIAJAR, onde desenvolve a sua visão acerca do PASSEIO DE JORNALISTAS Douro adentro... até Alijó.

Para ler aqui.


06 dezembro, 2007

DOURO procura os caminhos da modernidade (4)

O mal menorIr para o princípio

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó

O presidente da Câmara de Alijó bem nos dá conta dos limites assim fixados: há dinheiro, sim senhor, vai dando. A vila encolhida em termos demográficos tenta dar conta das necessidades básicas, e de alguns “rebuçados”, a quem escolheu ficar – por enquanto. Fez-se auditório, com centro de Internet anexo, avança uma casa da juventude que, espera-se, consiga atrair olhos e interesses, avança-se no projecto das aldeias vinhateiras – para segurar características únicas, patrimoniais e culturais, como acontece em Favaios.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó

Assim, por um lado. Mas, como enfatiza o autarca, veja-se o caso da barragem do Tua – um dos projectos iniciais do sistema hidráulico do Douro – , ali à beira e com ocupação de terrenos concelhios. Entre o aceita e recusa dos seus pares, ele está pela negociação do que será feito. Ou seja, obstar a que um novo Alqueva se instale aqui: a electricidade é um benefício para o todo nacional, mas com as expropriações pagas as gente acabarão por ficar mais pobres.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó

Negoceia, pois. Que a EDP, no caso, dê garantias, como a de as aldeias em volta da futura barragem poderem dedicar-se à exploração de unidades de turismo de habitação, a cargo da população, dos seus proprietários, em vez de virem as grandes empresas do sector com os turismos de massas, as passagens apressadas, os dispositivos de lazer inacessíveis aos residentes. Agora sobra um “se”. E se não é a EDP a conseguir o contrato de construção e exploração da barragem? Bem, o autarca pretende, tão somente, que o governo de Lisboa imponha a defesa dos naturais durienses: basta o caderno de encargos fixar todas as condições necessárias à prossecução desses desideratos.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó

E que depois não apareça por lá nenhum PIN, digo eu. Porque o interesse nacional pode ser um guarda-chuva excessivo.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó
Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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Viaje por Alijó com o PASSEIO DE JORNALISTAS

05 dezembro, 2007

Subir o Douro e mergulhar Alijó (6)

Uma sedução chamada comboio!!!IR PARA O PRINCÍPIO

Por diversas vezes a interrogação(???!!!) ficou aqui no ar: Haverá forma mais confortável de viajar (visualizar paisagens, conversar, ler etc. - tudo a um tempo) haverá modo mais descansado de fazer tudo isso do que a bordo de um comboio) Sem o stress da condução e com a possibilidade de umas passadas para desentorpecer ou de uma pausa de descontração...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em AlijóDe comboio, mais uma vez, tínhamos ido até Vila nova de Gaia e, de comboio, regressaríamos a Lisboa.

Mas, desta feita, íamos também experimentar o comboio como objecto de culto e instrumento de animação turística: numa vetusta composição, puxada por uma ainda mais antiga máquina a vapor. percorrer a beira do Douro entre a foz do Pinhão e a Foz do Tua, seus afluentes de eleição.

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Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó - Comboio Histórico
Nem a música falta a estes encontros com a história do transporte ferroviário.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó - Comboio Histórico
Serviam a água e a bôla e... ainda havia de chegar o vinho fino.
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Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó - Comboio Histórico
E o Douro era contexto e cenário em janelas feitas ecran de todos os deslumbramentos....
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De comboios se falou com o Presid. do Conselho de Admin. da CP. Eng. Francisco Cardoso dos Reis.
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Era a paragem na Estação do Tua para o voltar da máquina e para meter água.
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E lá vinha a locomotiva já prontinha para a viagem de regresso.
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Só mais um ajustamento e aí vamos de regresso ao Pinhão.
Com música!
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Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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02 dezembro, 2007

Algarve: do Barrocal à Serra pelos caminhos velhos...

Toda a emoção e descoberta que pode caber num fim de semana....
PASSEIO DE JORNALISTAS7 / 8 / 9 - Dezembro - 2007

Uma proposta simples:

Partir à descoberta de um Algarve interior que ainda conserva uma escala humana de vida, de sentimentos e de laços de convivência.

Dos cumes... contemplar horizontes até ao mar ou à peneplanície alentejana.
E ouvir histórias dos que resistem ao êxodo rural ou dos que tentam minorar a sangria de população com apostas de valorização das capacidades das energias e dos produtos locais.
Mas, sobretudo... passear, povoar a alma de paisagens, escutar uma música, provar velhas artes dos saberes culinários...

Viaje pela Serra do Caldeirão com o PASSEIO DE JORNALISTAS

01 dezembro, 2007

Uma Aventura na Serra do Caldeirão

PASSEIO DE JORNALISTAS7 / 8 / 9 - Dezembro - 2007

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS na Serra do Caldeirão
do Barranco do Velho ao Cachopo,
da Mealha a Santa Catarina da Fonte do Bispo,
por terras de São Brás, Loulé e Tavira...
nesse Algarve outro!

Viaje pela Serra do Caldeirão com o PASSEIO DE JORNALISTAS

DOURO procura os caminhos da modernidade (3)

O comboio em marcha atrásIr para o princípio

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no DouroLembram-se de quando o Porto era uma cidade
energeticamente dependente da electricidade?
De quando os fogões e os aquecimentos eram
quase exclusivamente eléctricos?


Tinha sido descoberto o valor energético dos rios alcantilados do Minho e Douro, construía-se barragens, com um conjunto no longínquo troço internacional. Era estranho, pois então, que sendo o norte uma das regiões com mais hidroeléctricas se pagasse por lá o mesmo que onerava o resto do país. Pois é, o regime respondeu às rosnadelas, e estipulou a benesse das tarifas altamente favoráveis.

Café Portugal - Barragem da Venda Nova (Montalegre)
Mas lá continuaram, no Douro e Trás-os-Montes profundos sem água (ou redes limitadas) durante muitas e boas décadas, apesar dos lagos formados com as sucessivas barragens no Douro (e não só). Chegava-se a Vila Real, nesses idos, pelas emblemáticas curvinhas do Marão, e logo depois começava o pesadelo das voltinhas de Murça. E sabia-se que para alcançar Quintanela muito pó havia para engolir e paciência a tecer.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no DouroHavia o comboio, igualmente lento, implantado em alcantis, à custa do sonho de progresso do começo do século XX. Era um símbolo máximo da comunicação, não só do transporte, quando já os telégrafos debitavam informação. Mas foi ficando assim, enquanto crescia o pesadelo rodoviário, alimentado por interesses económicos insuperáveis.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no DouroA ferrovia de há um século foi ficando pelo caminho, mesmo quando os recursos técnicos permitiam reconfigurá-la para as necessidades de novos tempos. Não, foi-se extinguindo, linha a linha, com a argumentação da pobreza do país, e da falta de recursos. Para não falar na rede hospitalar, seriamente ameaçada; nas escolas que se afastam dos lares com crianças; dos serviços públicos de transportes que desincentivam qualquer deslocação, a não ser por meios próprios – o automóvel, claro! Até os matadouros, senhores, foram envolvidos por procedimentos economicistas e sanitários que espartilham ou sufocam tradições, saberes e sabores.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no DouroO pouco que resta da ferrovia ficou nas fronteiras da modernidade, e que é o Interregional que chega à Régua e o trecho da linha do Tua. Só que a tendência parece ser para a extinção. E quando surgem forças interessadas em reanimar o passado na forma de comboios históricos e recuperação de vias turísticas, a resposta não passa do velho encolher de ombros: já têm auto-estradas, para que querem eles regressar ao passado? Por quê gastar o dinheiro no antiquário? Ou, se querem, paguem eles.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no DouroA lógica é essa. Por mero acaso, o presidente da CP viaja no comboio turístico onde uma equipa de televisão aborda a temática do transporte ferroviário. Amável, o responsável vem à conversa com os jornalistas deste passeio, e explica os limites de qualquer manutenção, quanto mais expansão. As empresas do sector cumprem naturalmente as estratégias desenhadas em S. Bento, nas suas versões: residência oficial e Assembleia da República, incluindo os que foram eleitos por esta região, para defenderem os seus interesses. Ou seja, é possível fazer o que não represente encargos para as empresas – como quem diz, meus senhores governem-se, sobrevivam, entendam-se.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no Douro
Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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Viaje por Alijó com o PASSEIO DE JORNALISTAS