Salir, terra de muitos e pequenos povoados que veneram os valores da Espiga e olham a Rocha da Pena.... | IR PARA O PRINCÍPIO
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A presidente da Junta de Salir, Piedade Carrasquinho, desvendou-nos uma uma sala cheia de prémios e

distinções pela
Festa da Espiga que se organiza anualmente (no ano que vem terá a 40ª edição) a 25 de Maio, congregando esforços e energias dos habitantes e comerciantes locais.
Espectacular a exposição que estava patente Posto de Turismo: em miniatura uma

representação da vida e costumes da região, recriando o ambiente do cortejo etnográfico que nesse dia festivo acontece.
Lá estão representados os homens e as mulheres serranas - na lavoura, na cozedura do pão, na apanha da azeitona, na ceifa, na feitura do carvão -

tudo aquilo saído das mãos das
irmãs Faísca.
Na Igreja de Salir, que tem São Sebastão por orago, o Pároco local mostrou-nos a Bula Papal -
uma relíquia, foi como a qualificou - um pergaminho quinhentista onde são

concedidos privilégios á Confraria do Santíssimo Sacramento.
Em Salir, freguesia de grande área e muitos (e pequenos) aglomerados populacionais, predomina a agricultura e a desertificação é uma constante: na Fornalha vivem apenas três casais, nos Barrigões só já resta um morador…