
Aí se diz que:
Se o litoral tornou o Algarve conhecido internacionalmente, palco turístico de Portugal, é o interior que dá alma ao Algarve.
Ler <mais:
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...

| E “porque de livro fechado não sai letrado”... |
O Passeio de Jornalistas estava quase a chegar ao fim. Paderne era o último ponto da visita. O almoço no "Moiras Encantadas" marcava as despedidas. Com provérbios, trava-línguas, acordeãos e outros ricos sabores locais...
reúne mais de 6 mil provérbios, e resultou de um trabalho de recolha em terras de Paderne. José Ruivinho Brasão - homem de saber que gosta de investigar a riqueza cultural linguística - aproveitou o momento para nos apresentar o seu livro seu livro (fez mesmo algumas vendas!!!) e para revelar que outros estão não forja para dar a conhecer o resultado de outros trabalhos de pesquisa.
raparigas quando infringiam regras familiares. Como, por exemplo, se elas faltavam à hora de jantar haveriam de ouvir: “Onde andou, sua nagragada!” - seria mais ou menos esta a ilustração do sentido da palavra.
Na verdade, este grupo de mulheres, experientes, deu-nos a conhecer “trava-línguas”, provérbios, lenga-lengas, e canções populares. Trajando num estilo anos 30 - uma indumentária cuidadosamente estudada por Esmeralda Brazão, também integrante do grupo.
outro títulos competitivos, mostraram que a música tradicional instrumental se vai recriando com novos arranjos, novas formações e novas formas de estar.
Rogélio Guerridas, também muito sugestivo e de comida de qualidade.| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) |
| Começou por ser um jornal feminino, o mais antigo em Portugal... |

de carácter institucional, social e desportivo.| … ai se os árabes do castelo falassem… |
| | ![]() |
![]() | ![]() |
| ![]() |
| ![]() |
![]() | ![]() |
| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) |
![]() O Portugal turístico terá futuro? Ou somos uma reserva de sol com mão de obra barata? Três páginas de respostas às perguntas de Eduardo Miragaia. E sobre viagens e passeios, diz Rui Dias José: É claro que se não esquecem paisagens e sabores... mas são os rostos que permanecem. Para ler na íntegra |
| Querença, uma aldeia bem alta, um tabuleiro florido, ao sabor da hortelã... |
(Clique nas fotografias para alargar)
| A recepção na “Quinta dos Valados”- um espaço de turismo habitação, um recanto típico algarvio, explorado por um casal, ele francês, ela francesa mas de origem portuguesa - foi especial pela sua singularidade... Logo à entrada, sobre uma mesa coberta com uma toalha bordada, cestos típicos da zona prenchidos com fatias de pão local, enqunto o afavel Prseidente da Junta nos servia copos de àgua fresca enriquecida. Esta ideia do enriquecimento da água - nas palavras de quem a tinha preparado - foi-nos explicada como inspirada numa visita ao Centro Budista. O segredo era fácil... à água tinha sido adicionado limáo e hortelã e a mistura tinha sido adocicada. Era servida acompanhada de pão de limão e nozes. À nossa espera também um duo de acordeonistas que nos acompanharam até à beira da piscina da quinta, onde se fez o jantar. Finalmente conheçemos as irmãs Faísca de quem tanto tinhamos ouvido falar em Salir. Já idosas, fazem bonecos, sabem da cozinha algarvia, bordam, cantam... Ali mesmo, ao jantar, deram-nos o som de velhos cantos e lengalengas. Uma refeição feita de receitas antigas e de novos sabores. Ficaram-me na memória os chícharos, a deliciosa sobremesa de figo e a torta de alfarroba. |
![]() | |
![]() | |
![]() | |
| |
![]() |
| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) |
| Ai os saltos altos… precisamos de chinelos… onde estão os chineses? |
que são saudáveis, mas ai… (aqui) deviam-nos ter avisado – e já tínhamos percorrido Alte. Enfim, neste meu espírito de tudo ver, lá fui com os demais. Havia outras situações difíceis. E para meu espanto aqui não encontrei sequer umas havaianas, nem uma loja de chineses…| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) |

| Salir, terra de muitos e pequenos povoados que veneram os valores da Espiga e olham a Rocha da Pena.... |
A presidente da Junta de Salir, Piedade Carrasquinho, desvendou-nos uma uma sala cheia de prémios e
distinções pela Festa da Espiga que se organiza anualmente (no ano que vem terá a 40ª edição) a 25 de Maio, congregando esforços e energias dos habitantes e comerciantes locais.
representação da vida e costumes da região, recriando o ambiente do cortejo etnográfico que nesse dia festivo acontece.
tudo aquilo saído das mãos das irmãs Faísca.
concedidos privilégios á Confraria do Santíssimo Sacramento.| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) |
| Folclore da Serra do Caldeirão, um esforço comunitário e familiar. |

traços de uma cultura ancestral que o tempo não logrou esboroar.
Presentes no repasto, além do representante do presidente da Câmare Loulé, esteve a presidente da Junta de Salir, uma advogada e a primeira mulher a conquistar a presidência naquela vila serrana do Algarve.
galo guisado e javali estufado. Mas logo a abrir tinha aparecido um muito agradável xerém (ou xarém) - umas papas de milho com ameijoas. E não faltaram os doces tradicionais de amendoa e alfarroba.