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25 setembro, 2007

A mais antiga Região Demarcada do mundo...

Em Pegarinhos, uma velhinha canta uma antiga canção de roca - Fernando Lopes Graça, História Trágico-Marítima - Viagens na minha terra


Rio Douro - Ana RojasSocalcos do Douro - Ana RojasEstação de Pinhão - Ana Rojas

O Rio já lá estava, mas foi a mão do homem que construiu a imagem do Douro.
Mais do que a paisagem natural... é à procura da paisagem humanizada que parte a próxima edição do Passeio de Jornalistas.
Porque foi à força de braços que aqueles socalcos foram inscritos nas encostas, derretendo o xisto, construindo os muros, plantando as vinhas...

Vindimas - Ana RojasA pisa das uvas- Ana RojasO mosto - Ana Rojas

Mas... enquanto não partimos em direcção a Alijó, e as histórias de viagem ainda não foram vividas (para depois serem contadas), levante-se o véu do Douro com as imagens de uma companheira de jornada destas incursões país adentro: a brasileira Ana Rojas.

Viaje através da objectiva da fotógrafa nas galerias da Escrita com Luz.

22 setembro, 2007

Agora é o Douro, o Pinhão, o Tua, o Tuela...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Alijó

O Passeio de Jornalistas, ruma a Alijó, Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial.

Do alto do Casal de Loivos ou da Senhora da Piedade, namorar rio e margens, contemplar socalcos que a mão do homem moldou nas encostas, provar sol e vinho(s) generoso(s).

No deslumbramento das cores que o Outono pinta nas videiras, percorrer caminhos de água do Douro, do Tua, do Tuela e do Pinhão, beber um moscatel em Favaios, trepar a Serra de Vilarelho, embarcar no velhinho comboio a carvão...

29 agosto, 2007

"PONTE DE LIMA: um jardim à beira rio plantado"

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Ponte de Lima - Santos Mota
Este é o título que encima a reportagem de Santos Mota sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS em Ponte de Lima.

No número de Julho/Agosto da Revista "O Escanção", ele percorre (e conta!) rotas de descoberta turística, paisagem, cores e sabores de uma vila que não quer ser cidade e de um concelho que se afirma apostado em conciliar a riqueza das suas tradições com a valorização dos jovens e a conquista de emprego. Para ler, com calma, aqui.
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Ponte de Lima - Escanção

11 fevereiro, 2007

Não é preciso ir para o Brasil...

CAFÉ PORTUGAL - Passeio de jornalistas em Portel
"Alentejo possui condições para todos receber, diferentemente. Tem infra-estruturas. Tem qualidade."

A afirmação é de Domingos Azevedo, expressa na crónica para a Revista VIAJAR que conta a sua passagem por Portel, integrado no grupo de profissionais da Comunicação Social que o PASSEIO DE JORNALISTAS levou até aquelas paragens alentejanas.
Pode consultar online aqui.

09 fevereiro, 2007

Por terras de Portel e águas do Alqueva (4)

Realidades sócio-culturais
e empresariais

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PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Barragem de Alqueva Foram duas as embarcações que nos transportaram em prolongada viagem desde Amieira até Alqueva, com passagem pela central hidroeléctrica

PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Restaurante Seara, Alqueva e almoço no restaurante Seara,

CAFÉ PORTUGAL - Castelo de Portel fazendo-se o regresso, por via terrestre, até Portel , onde calcorreámos ruas e ruelas até ao vetusto e em grande parte arruinado castelo,

PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Rota do Fresco em cultural trajecto pelo centro histórico e visitas rápidas a pontos de interesse, que completámos no dia seguinte na Rota do Fresco e do Barroco Alentejano. PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Rota do Fresco
A visita à Herdade do Meio, onde jantámos, permitiu-nos conhecer de perto um empreendimento vitivinícola e enoturístico bastante representativo pela qualidade dos vinhos que ali se produzem e com o dono da empresa, João Pombo, a mostrar e a explicar-nos toda a maquinaria e equipamentos necessários para transformar a uva em vinho de muita qualidade que produz com o apoio técnico do enólogo engº António Saramago, concluindo o serão com excelente música coral alentejana. PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - João Pombo
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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30 janeiro, 2007

Por terras de Portel e águas do Alqueva (2)

Um dos concelhos
mais antigos do País

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A vila de Portel, com uma população aproximada de três mil pessoas (pouco menos de metade dos habitantes concelhios) está dotada de um Hotel Rural muito bem situado, em pleno centro da localidade e que reúne as melhores condições CAFÉ PORTUGAL - Passeio de Jornalistas em Portel

CAFÉ PORTUGAL - Passeio de Jornalistas em Portel de hospedagem, sendo considerado um dos principais do seu género no País. Trata-se do Refúgio da Vila, de muita procura pelos turistas (sobretudo no Verão) e onde nos instalámos confortavelmente.

Em termos florestais Portel caracteriza-se pelo domínio do montado, com a presença simultânea do sobreiro e da azinheira e no aspecto vitivinícola apenas possui uma exploração de razoáveis dimensões, a Herdade do Meio, cujo proprietário vem desenvolvendo esforços para produzir vinhos de muita qualidade, o que tem conseguido, ajudando, assim, a valorizar agricolamente uma zona aliás com potencialidades nesse domínio. CAFÉ PORTUGAL - Passeio de Jornalistas em Portel
CAFÉ PORTUGAL - Passeio de Jornalistas em Portel
Portel é sede de um dos concelhos mais antigos do País, que inclui a freguesia de Alqueva, cuja aldeia se tornou famosa por ter dado o nome à barragem que proporcionou o maior lago da Europa, com 250
CAFÉ PORTUGAL - Passeio de Jornalistas em Portel quilómetros de superfície, 83 de comprimento e 1160 quilómetros de perímetro, de grande potencial turístico, como resulta de vários projectos, alguns dos quais em execução, já com bastantes atractivos desde o ano findo.

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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26 janeiro, 2007

Pelas bandas de Portel... (5)

Arribámos
a uma exploração vitivinícola,
a Herdade do Meio

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E porque estas andanças dão para ir acumulando atrasos, era já noite muito feita quando arribámos a uma exploração vitivinícola, a Herdade do Meio – para se ficar boquiaberto. É que esta é uma história fabulosa – de fábula, precisamente. Espera-nos o homem que meteu pés ao caminho – foi nascido lá para as bandas de Penamacor, e casou com alentejana – e mãos à obra.
Ora ouçam, se a memória não atraiçoa. De seu nome João Pombo, era homem do turismo, e quem o conhece atesta que levou o nome de Portugal por esses paralelos e meridianos fora. Às tantas, força dos tempos – será também coisa do El Niño – foi ele levado, seja isso o que for, a ceder num desses processos de concentração que leva os mais pequenos mas nem por isso menos apetitosos – veja-se os jaquinzinhos – a serem abocanhados pelos maiores e mais poderosos. Então, Pombo, vendeu, dizem que assisadamente. Só que, ficou sem poder voltar ao seu ramo natural de actividade, por contrato assinado nesse sentido.
Que fazer com a “pipa” de massa arrecadada? O lado alentejano do casamento a encarar a compra da tal casinha que tantos tem levado ao Sul. Buscando lá foi parar a esta Herdade do Meio, guarnecida de vinhas que, a um homem de negócios como ele, para mais com formação académica na área das gestões e economias, logo se impuseram como a saída para o capital que não deve ter mais que fazer do que reproduzir-se.
Meteu mãos e dinheiro – próprio e de crédito – à obra, a aprontou-se a ter vinho no mercado logo daí a uns meses, quando fosse tempo de vindima. Mas, inexperiente na área, não sabia nem supunha que havia uma crise do vinho. Ou seja, que os néctares do Alentejo são obra, são apreciados, mas no mercado há vinho a mais, e muitas adegas ingurgitam de produções antigas.
Morrer na praia, ele? Garante que não, ali ao frio e silêncio dos campos neste Dezembro calmo. Bateu-se por mercado, imaginou saídas, recorreu a amigos, e por fim lá veio generosa encomenda de garrafas. Ora, ele não tinha das tais reservas paradas, o que significa capital não reprodutivo, e pelo contrário até foi obrigado a subir a parada, ou seja, comprar mais uvas a produtores alheios, para cumprir a prometido.
Daí para cá tem sido um virote. O que lhe está atravessado na garganta é que a parte edificada da Herdade do Meio, esgotou a cota que lhe foi fixada no Plano Director Municipal que vigora no concelho de Portel. Construiu adega, instalações, mas o tal sonho de casinha ali à beira do negócio consumiu-se no malvado PDM. Lamento do empresário, espadeirando contra tudo e todos que são empecilho: não pode crescer tanto quanto podia e queria, para bem municipal, regional e do país.
Ataca, ataca. Ali, connosco, o presidente da câmara apara-lhe os desejos, reivindicações, tanto mais que o tal plano director vem de tempos em que ninguém imaginava este surto de crescimento: é a barragem, são os vinhos, é o azeite. E o turismo, ouviram?
Já investiu milhões, prepara-se para manter a semeadura, assim haja condições. Declara, alto e bom som, a deliberação de resistência, a este e outros empecilhos, a brigas com o IFADAP ou às alegadas picardias da Inspecção do Trabalho. Há mais milhões, presume-se, o negócio vinga. E já ele tem na manga um projecto de maternidade de porcos alentejanos, essa quintessência alentejana que avassalou a gastronomia portuguesa. É futuro que outros empresários também já exibem.
Foi jantar, então, recheado de declarações ribombantes: o marreco matado expressamente para este convívio esteve à altura, os vinhos da casa sobrevoaram (há um reserva que não é para todos os gostos, mas de gabarito). E ouviu-se o tal coral alentejano, dizimado pelos tais afazeres natalícios, como já assinalei. E o presidente da Câmara, lá se fez primeira voz, ponte entre dois estilos de cantar as modas.
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio
PASSEIO DE JORNALISTAS em Portel - Herdade do Meio

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
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18 dezembro, 2006

Fundão: terra de vinho, cultura e turismo

PASSEIO DE JORNALISTAS no FundãoÉ o título da reportagem que Santos Mota assina no último número da revista "O Escanção". Claro que não esquece o esforço da fabricação artesanal dos doces e compotas em Alcongosta...Consultar aqui)

02 novembro, 2006

Vinho e Turismo no Fundão (3)

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Capital da cereja, o Fundão conta, também, desde o tempo dos romanos, com a produção de vinho, constituindo importante referencia da especialidade o povoado de Castelo Novo (que chegou a ser sede de concelho), onde existe uma grande lagariça escavada no granito, de provável

Nem o temporal que fazia...
fez desistir de Castelo Novo

construção entre os séculos VII e VIII, verdadeiro monumento ao vinho que se encontra muito bem preservado, tal como está a suceder no âmbito do projecto Aldeias Históricas de Portugal.


Um tinto do Fundão para brindar
ao PASSEIO DE JORNALISTAS

O vinho tem acompanhado o Homem, ao longo dos séculos, bem podendo dizer-se que na Cova da Beira são diversas as referências antigas à mais sã de todas as bebidas, que serve para que as populações aproveitem os benefícios que a recomendada bebida (apesar das ameaças que sobre ele

impenderam no passado e as que prosseguem no presente) continue a agradar a pobres e a ricos que a ela tenham acesso.

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)

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Diário de Bordo do PASSEIO DE JORNALISTAS NO FUNDÃO

01 novembro, 2006

Vinho e Turismo no Fundão (2)

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O enólogo e o presidente da Adega
Cooperativa do Fundão em conversa
animada com dois jornalistas da
área dos prazeres vínicos: Santos Mota
e (meio escondido) Eduardo Miragaia

Propus-me, neste breve apontamento, aludir a essa excelsa bebida que na Beira Interior e na sub-região vitivinícola da Cova da Beira tem méritos desde sempre reconhecidos, para me referir a alguns vinhos daquela empresa, actualmente com 1206 sócios, que atravessa um bom momento, mercê de gestão técnico-administrativa equilibrada, indispensável para que os recursos se tornem
vantajosos, como resulta da qualidade dos vinhos que bebemos às refeições.

Tratou-se, exactamente, por níveis ascencionais, dos Docs tintos Alpedrinha 2003, Praça Velha (Reserva 2002 e Garrafeira 2000) e Fundanus Prestige (Aragonês e Jaen) 2001, este último muito bom tanto no nariz como na boca,

...e aqui com Rui Dias José

com apreciável volume e persistência longa, a justificarem que o vinho do Fundão acompanhará, com as iguarias regionais bem confeccionadas, o engrandecimento turístico que se observa no concelho.
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Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)

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10 junho, 2006