Mostrar mensagens com a etiqueta Campo Maior. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Campo Maior. Mostrar todas as mensagens

06 julho, 2007

De Campo Maior a Monforte (3)

Passear ruas, subir ao Castelo,
calcorrear Campo Maior...

IR PARA O PRINCÍPIO

Manhã de sábado, rua acima, mirar fachadas, varandas, frontaria da igreja...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Devagar, sem pressas, de olhos atentos e coração aberto...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Sempre a subir, até aos quarteis, já encostados ao Castelo...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Ver as vistas, ouvir Festas do Povo (doentes mas não moribundas), tocar flores de papel...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Se todos zarparam na vaga de dívidas, Júlia Galego no leme... acredita no Povo e nas Festas!
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
A explosão do paiol arrasou a vila. D. João V ordenou castelo novo.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Desleixo de erva, obras iguais às placas... Salvam-se os horizontes!
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
E agora é sempre a descer, ladeira a baixo para completar a volta do burgo.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
A matriz, o lajeado, as explicações. Espreitar quem olha à janela...
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior
Rumo ao Jardim Municipal. Para o autocarro. Para o Museu do Café.

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
Clique sobre elas para ampliar

Ver continuação


16 junho, 2007

De Campo Maior a Monforte (2)

Um jantar para conversar
as terras da raia...

IR PARA O PRINCÍPIO

Campo Maior, ao fim da tarde, com tempo para uma volta pelo Jardim Municipal e passagem pelo hotel.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior

Depois o jantar, com muita gente a conversar aquelas terras da raia.

Rui Dias José
, anfitrião, fez as honras da casa. António João Silveira (Silveira Cafés) contou realidades e horizontes de uma indústria que, partindo de motivações de fronteira, significa hoje importante valor acrescentado, riqueza e lugares de trabalho.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior - Rui dias José
Decisiva para Campo Maior e para a economia da região do norte alentejano.
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior - António João SilveiraCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior

A mancha de olival estende-se pelo concelho. Azeitona de conserva, dali sai grande parte da azeitona de Elvas. Falou disso quem sabe: José Ponte Romão e o engenheiro Francisco Romão, seu filho.

Num distrito de elevados índices de envelhecimento da população, a importância da Santa Casa da Misericórdia não podia ser ignorada.
A Economia Social, tema base para a intervenção do seu Provedor, engenheiro João Carrilho
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior - João Carrilho
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo MaiorCafé Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior - José  e Francisco Ponte Romão

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior -- Ceia da Silva

O turismo e o desenvolvimento sustentado podem ajudar a suster a desertificação e atrair mão de obra jovem. Há projectos e investimentos, veio dizer o deputado Ceia da Silva.


No mesmo tom, Jaime Estorninho, Governador Civil de Portalegre, a manifestar convicção de que o cenário da diminuição de população será invertido.


O enquadramento histórico destas realidades ficou a cargo do Dr. Francisco Galego, que já guiara a visita a Ouguela e haveria de conduzir o passeio pelas ruas de Campo Maior.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior - Jaime Estorninho
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS - Campo Maior - Francisco Galego

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
Clique sobre elas para ampliar

Ver continuação


11 junho, 2007

As Festas são do Povo! (4)

A filarmónica
mais colorida do mundo...

IR PARA O PRINCÍPIO


CAFÉ PORTUGAL - Festas do Povo de Campo MaiorFoi um dor de alma o que choveu naquela noite.
E as flores de papel, que demoraram meses a recortar e colar, fustigadas por aquela água toda... Já nem recordo quem actuava no palco da Comissão das Festas do Povo, mas nunca esqueci que no espectáculo do Sporting Clube Campomaiorense era a vez da Lena d'Agua - que não teve culpa nenhuma daquela noite de invernia em pleno mês de Setembro.

Manhã cedo, logo que clareou e se puderam ver os estragos, era um desespero: tudo encharcado, o trabalho de tantas mãos e tantos dedos destruído numa noite. Havia mulheres que choravam nalgumas ruas e homens que não o faziam por vergonha. As Festas pareciam definitivamente perdidas naquele ano.

CAFÉ PORTUGAL - Festas do Povo de Campo MaiorDessa vez, o repórter de rádio que contava as flores de Campo Maior tinha optado por uma série de convidados escalonados em cada uma das manhãs da Festa, aí por volta das oito da matina. Como não distavam muito uma eleições autárquicas, havia nomes a que se não podia fugir: Fernando Caraças que era presidente da
Câmara, Gama Guerra que queria ser presidente, João Carita que até podia ser presidente se algum dia o seu partido estivesse interessado em ganhar, Manuel Rui Nabeiro por quem passavam muitas respostas a muitas interrogações, e... (bem, o quinto nome, francamente, não recordo quem era).

Naquela dia o convidado era Rui Nabeiro e quando se falou nas Festas, além do lamento pelo dilúvio, vieram palavras de desafio e incentivo. E, a dois, quase decidimos que a Festa não estava acabada.

Estavamos nós neste apelo em directo quando começámos a ouvir acordes de banda, cada vez mais próximos, cada vez mais nítidos. Era a Banda 1º de Dezembro que percorria as ruas de Campo Maior, tocando a reunir.

Café Portugal - FESTAS DO POVO (Campo Maior, 2004) - Foto M. Conceição Coelho (direitos reservados)Claro que o apelo da Banda foi muito mais eficaz que o da rádio (não tenho pretensões nessa área). E, vasculhados os restos de papel e de cordel que ainda haviam restado pelas Comissões de Rua, as mãos voltaram ás flores. Até o sol colaborou, regressando com um brilho fulgurante que foi secando a água das enramações.

Não há imparcialidade ou distanciamento de jornalista que resista aquela imagem de homens e mulheres de Campo Maior, enxugando lágrimas e deitando mão à obra. Quem, no dia seguinte, passou por Campo Maior não conseguiria imaginar a desolação da noite do dilúvio.

E a 1º de Dezembro ganhou o título (à falta de melhor instância atribui-lhe eu logo a comenda) da banda mais colorida do mundo. Porque, à força de tocar pela ruas à mercê dos salpicos que vinham lá das flores do alto, as suas fardas (rostos e instrumentos) foram-se colorindo com a multiplicidades das cores das escorrências da flores. Nada que os preocupasse: estavam a tocar pelas Festas! E conseguiram!

CAFÉ PORTUGAL - Festas do Povo de Campo MaiorDou um doce a quem descobrir quem terá sido o autor deste comunicado.


(Imagem reproduzida de
Campo Maior, As Festas do Povo das origens à actualidade,
Livros Horizonte, 2004,
de Francisco Pereira Galego)


Clique para ampliar

06 junho, 2007

De Campo Maior a Monforte (1)

Ouguela, com Espanha à vista e olivais à volta

Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela
É como regressar a uma outra idade,
a um outro tempo...

Pisando devagar... na ladeira para o Castelo. Com Francisco Galego, guia apaixonado e apaixonante.

Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Francisco Galego
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela

Telhados e muralha confundidos, paredes brancas, sinais dos tempos e do homem. De passagem.

Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela

Lá do alto, espreitar as casas extramuros. Quase sem gente. A Escola é agora um Centro de Dia.

Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela
Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela

E alongar olhares pelos horizontes:

as manchas de olival,
Espanha logo ali,
Albuquerque a um voo de pardal.


A torre que prevenia ataques castelhanos, é agora um balcão de paisagens e contemplações.


Café Portugal -PASSEIO DE JORNALISTAS em Campo Maior - Ouguela

Fotos: Antunes Amor (direitos reservados)
Clique sobre elas para ampliar

Ver continuação