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A culpa, até nem foi dos garbanzos... | |
E os garbanzos? (ou garvanços, ou grabanços, ou...) - estava a ver que nunca mais chegava a vez dos almoços... |
Capazes de tudo! Como se as Festas precisassem de justificação.
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...
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A culpa, até nem foi dos garbanzos... | |
E os garbanzos? (ou garvanços, ou grabanços, ou...) - estava a ver que nunca mais chegava a vez dos almoços... |
| A Rua da Soalheira |


| - Oh tiazinha, isto são horas de andar para aí a dançar? - Eu sei lá se vejo as próximas Festas. - Dance para aí á vontade, nem que seja a noite toda... |
Já se foram as duas da manhã e ainda se vê muita gente pelas ruas. Vão em grupos, conversam alto, há risos e ditos. De quando em vez um som ritmado de palmas, de vozes e pandeiros. Passam cantando, param se os convidam para um copo nas mesas alinhadas à porta das casas.
A Festa é na calçada: aí se dançam as saias, aí se trocam abraços e cumprimentos com gente da terra que, vivendo fora, regressa toda por esta altura, até mais não caber nos quartos, nos anexos, nas arrecadações ou onde quer que se arrumem por umas noites... Agora perder a Festa é que não!!!
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Sexta feira (11 de Maio), o autocarro dos jornalistas ruma ao Alentejo, até à Ouguela primeiro e depois Campo Maior, para metade do fim de semana. A outra... será em Monforte. Com festa, com feira, com traços de desertificação e projectos de fixação de gente nova...
| PASSEIO DE JORNALISTAS | 11 - 12 - 13 - Maio |
![]() | Campo Maior |
Monforte |
Com as muralhas do castelo em fundo e os olivais à volta, entre histórias de fronteira e aromas de café, estarão sempre as cores das flores que dedos de mulher inventam de papel. Ali, onde o Povo tem uma Festa! |
Vamos à Feira - concelho de uns quatro cavaleiros e algumas ganadarias, a Feira tinha de falar do toiro e dos campos à volta. E, das margens da Ribeira Grande, partimos para a "Villa" Lusitano-Romana de Torre de Palma. |