| Um ano depois, apetece reincidir no Douro vinhateiro. Agora de pés assentes na outra margem... Trepar os socalcos até São João da Pesqueira, descer à Valeira, ficar esmagado com a visão das curvas do rio e a paisagem que o homem esculpiu nas encostas... lá do alto de São Salvador do Mundo. No Douro, Património da Humanidade, ouvir histórias do vinho e das vinhas, agora acobreadas - quase vermelhas - de Outono... Degustando néctares naquele chão onde são nascidos, crescidos e amados. Outubro, 3/4/5 - PASSEIO DE JORNALISTAS - São João da Pesqueira Imagens de Dias dos Reis. | ![]() |
![]() | |
![]() |
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...
21 setembro, 2008
Reencontrar o Douro em São João da Pesqueira
10 janeiro, 2008
Referências germânicas ao Café Portugal
Apesar de o nosso conhecimento dos linguarejares germânicos ser nulo, sempre dá para perceber que aquilo que o Gerd Gerhard queria mesmo... era que lhe arranjassem o mais recente número da Epicur, para ele ter contacto directo com as duas reportagens que, na sequencia do Passeio de Jornalistas pelo Douro até Alijó, aquela revista publicou.

O Mundo anda cada vez mais pequeno...
03 janeiro, 2008
Douro e Alijó fazem capa da EPICUR

O Douro é o tema da capa da Epicur, acabadinha de chegar à bancas.
Douro em causa e A causa do Douro são dois títulos para nove paginas de viagem de Eduardo Miragaia pelas margens do rio e pelos caminhos de Alijó.
A fotografia é do Antunes Amor.
A não perder.
Para abrir apetites por este número da Epicur, pode sempre ir por aqui... e espreitar a aventura duriense.
22 dezembro, 2007
Subir o Douro e Mergulhar Alijó (9)
| E para as despedidas... a Quinta do Silval | IR PARA O PRINCÍPIO |
A Aventura no Douro estava quase a chegar ao fim. Mas a recta final havia de demonstrar-se esplendorosa de vistas e paisagem | |||
| ![]() | ![]() | |
![]() | ![]() | ![]() | |
![]() | ![]() | ![]() | |
![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() |
| |
![]() | ![]() | ![]() | |
![]() |
| ![]() | |
![]() | ![]() | | |
![]() | ![]() | ![]() | |
| ![]() | ![]() | |
![]() | ![]() |
| |
![]() | ![]() | ![]() | |
![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() | ![]() | |
| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | |
14 dezembro, 2007
Alto Douro Vinhateiro: o "puzzle", o xisto, o rio e o embaixador...
(...) o concelho de Alijó forma um "puzzle" que ajuda a estabelecer o grande e maravilhoso território do Alto Douro Vinhateiro, Património da Humanidade.A afirmação é do Santos Mota e integra o texto da reportagem que aquele jornalista assina no número de Dezembro da Revista O Escanção.
Aí se contam as aventuras do PASSEIO DE JORNALISTAS Douro adentro.
Saboreie imagens e texto em versão integral.
DOURO procura os caminhos da modernidade (6)
| Em honra das cozinhas e adegas | Ir para o princípio |

E ali os proprietários juntaram à função vitivinícola uma unidade hoteleira em que apenas se experimenta a amesendação de um almoço – sem muito de relevante, mas com um cabrito bastante agradável. E a prova de vinhos da casa, com um Magalhães – homenagem onomástica ao proprietário – de se lhe tirar o chapéu e que vai quase todo para palatos estrangeiros. Isto dito e feito sobre uma paisagem sem adjectivos.
E, já agora, uma nota para uma carne maronesa passada pela grelha com umas migas de batatas e grelos, coisa simples, regada com bom azeite da região. E a simplicidade é tudo, a grandeza dos bons produtos, o bom gosto da execução na pousada do Barão de Forrester.Ainda poderá dizer-se que o turista nada tem para fazer? E a caça, e a pesca, e os grandes passeios campestres e as vindimas e as pisas do vinho na época própria? Ora toca a dar largas à imaginação: se calhar há muito para atrair turistas. Ou os viajantes são todos iguais aos que insistem nos algarves por esse mundo?
| PS - | A dificuldade que foi, caramba, mobilizar uma bola de carne para regalar cá por Lisboa. À primeira manhã, logo em Alijó, um exemplar como que fazia as honras da casa. Mas não era para quaisquer dentes: 1ª, era feita de encomenda; 2ª, o recheio era bacon e fiambre, valha-nos tudo quanto a tradição exige!; 3º, na manhã seguinte, dominga-se. |
| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | |
Subir o Douro e Mergulhar Alijó (8)
Perafita, Anta da Fonte Coberta, Pegarinhos, Favaios... | IR PARA O PRINCÍPIO |
![]() |
| ![]() | ||
![]() | ![]() | |||
| ![]() |
| ||
![]() | ![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() | ![]() | ||
![]() |
| ![]() | ||
![]() | ||||
![]() | ![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() | ![]() | ||
![]() | ||||
| ![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() | ![]() | ||
![]() |
| ![]() | ||
![]() | ![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() |
| ||
| ![]() | ![]() | ||
![]() | ![]() |
| ||
![]() | ![]() | ![]() | ||
| ![]() |
| Um museu com varanda para o planalto e para as vinhas do Moscatel de Favaios. | |
| Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | Ver continuação |















































































