O Passeio de Jornalistas regressa a terras do Sul. Agora é Santiago do Cacém a ser alvo de uma incursão da "caravana" da Comunicação Social. |
Um fim de semana de aventuras a sul, na costa alentejana. Nem as zebras e os flamingos vão faltar. Noites e amanheceres de beira de mar, incursões por cenários de Roma, diálogos com saberes rurais, a visão de um moinho, a intromissão numa antiga taberna, a subida ao Castelo, a memória dos Caminhos de Santiago... Roteiro de Viagem e mais indicações de percurso e visita aqui. |
Nas mesas cá dentro ou na esplanada... cruzam-se paisagens, rostos, artes, sabores e projectos de viagem pelos mares da lusofonia. Entre convites e vontades, a disponibilidade para sair por aí em busca de um sorriso, de um passeio, de uma aventura...
11 dezembro, 2009
Este fim-de-semana, o PASSEIO DE JORNALISTAS parte à descoberta de Santiago do Cacém
14 julho, 2009
O Setembro das Festas era um sonho de papel?
Será interessante seguir o modo como os Blogues de Campo Maior (e são bastantes) se vão posicionar um relação às revelações que se anunciam num conjunto de trabalhos que a revista Café Portugal prometeu sobre o futuro das Festas do Povo de Campo Maior. |
25 maio, 2009
Mãos de barro no Corval...
| Saído da terra, contém todas as formas que hão-de revelar-se com o “sopro da vida” de mãos e de dedos. É o barro! | ![]() |
Patalim pode ser nome de olaria... mas é, sobretudo, designação de extirpe de oleiros, qualificativo de mãos e artes. |
Quando os dedos percorrem o barro e lhe dão forma e sentido... | ![]() |
E o barro se faz prato, travessa, bilha, galheteiro... |
Passado o afago dos dedos, inventadas as formas... é aqui que o barro se veste de cores: E mãos de mulher... | ![]() |
Traço a traço, cor a cor, forma a forma... é o mergulho nas memórias que dos árabes vieram à mistura com geometrias e jogos. |
Ou quase só... umas flores. Ramo de mão cheia, viçoso e acabado de trazer do campo, ao centro. E corolas outras, esvoaçando em volta. | ![]() |
Tudo em tons quentes de Alentejo. | |
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Nas calmas do Verão, há-de valer o barro. | ![]() |
Junto à boca do antigo forno (que técnicas mais recentes converteram em elemento decorativo) alinham-se peças à espera de quem por elas se apaixone e... as queira levar consigo. |
Porque é isso a vida do barro e... | ![]() |
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Rui Santos, 31 anos de idade, oleiro desde os 14… |
| Palavras de Filomena Afonso para umas belíssimas imagens de Zé Mendes |
| Passeio de Jornalistas nas margens do Grande Lago |
15 março, 2009
Por terras e águas de Alqueva...
Pelos caminhos de Alqueva andou o Santos Mota com o Passeio de Jornalistas.A viagem, feita relato, está agora nas páginas de "O Escanção". Aqui.
05 janeiro, 2009
São Pedro do Corval: Vidas feitas de barro...
"São Pedro do Corval é uma aldeia com vidas feitas de barro, mas que começam a perder-se para outros ofícios mais rentáveis. Dez horas de trabalho diário para viver do barro. Oleiro desde os 14 anos, Rui Santos passou a infância a brincar com a matéria-prima que dá origem a peças únicas, características da decoração alentejana. (...)"O Passeio de Jornalistas andou por lá. Agora, na revista Café Portugal, a Sara Pelicano conta as mãos, as artes e as vidas.
A ler aqui.
20 dezembro, 2008
E o museu conta a aldeia que o Grande Lago submergiu...
| A Aldeia da Luz foi sacrificada para tornar possível o nascimento do Grande Lago. Das promessas aos seus habitantes, uma boa parte está por cumprir. | ![]() |
| E os filhos da aldeia agora transplantada para uma cota superior á da área inundada nem sequer conseguem encontrar forma de lá continuar a viver se entretanto casarem e constituírem família: um qualquer problema burocrático(?) empurra-os da EDIA para a Câmara Municipal de Mourão e desta para a primeira... sem que consigam local para a casa onde queriam morar. Assim, os casais jovens vêm-se obrigados a ir viver para qualquer outro lado....!!! Não foi isto que lhes prometeram, nem é assim que se evita a morte de uma aldeia. Da passagem pela nova Aldeia da Luz, a atenção da Sara Pelicano ficou presa ao Museu que, na linha de horizonte da velha aldeia agora submersa, conta as memórias das vidas que por lá se viveram. | |
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Um Alentejo de Marca...
| O Passeio de Jornalistas viajou margens e águas de Alqueva. Ficaram imagens ecos e sinais... |
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Para ler na íntegra, siga o link |
18 dezembro, 2008
Fiquem com o cimento armado, que... eu vou passear!
Por mim, este fim-de-semana vou para o Sul, para as Terras do Grande Lago. Desvendar velhas artes de olaria no Corval, ler segredos de pedra e história em Monsaraz, encher olhos e alma com aquela imensidão de Alqueva. E quero reencontrar o Degebe, provar o caldo de cação, as migas, o cozido de grãos, o porco preto. E quero as modas e cantes de um coral alentejano. E quero sentir a terra como se lhe pudesse guardar brisa, cheiros e cores. |
| Texto originariamente publicado na revista Café Portugal |
16 dezembro, 2008
Na ponta dos dedos, nos braços das árvores, na beira do Lago, nas margens de Alqueva...
![]() | Passear as margens do Grande Lago. E entre paisagens e gestos, adivinhar futuros, prazeres de viagem, modos de sobrevivência... De velhas artes falam os dedos do oleiro do Corval. Como a apanha da azeitona conta ciclos de fertilidade... Numa terra entumecida pelo maior lago artificial da Europa, mais um Passeio de Jornalistas. | ![]() |
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| O Antunes Amor andou por lá uma semana antes para produzir uma antevisão fotográfica. |
08 dezembro, 2008
NAS MARGENS DE ALQUEVA - Inscriçóes terminam amanhã
O Itinerário está descrito neste mapa do Google com indicação dos principais pólos de interesse desta acção:
Ver mapa maior |
04 dezembro, 2008
Vontades de Alentejo, num aceno de água...
E o Alentejo ficou prenhe de água... | ![]() | |
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Ao encontro das vistas do Grande Lago Guadiana, nome de rio, é também nome de barco, e vai ser nome de navegação: do cais de Monsaraz ao Cais da Amieira. Duas horas e meia de água e margens...
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01 dezembro, 2008
Reencontrar Alentejo nas Terras do Grande Lago...
As Terras do Grande Lago, dos barros do Corval aos horizontes largos do Castelo de Mourão. Trepar ruelas e calçadas em Monsaraz, penetrar Espanha em Villanueva del Fresno, navegar Alqueva até ao Cais da Amieira... | |
| E reencontrar o porco preto de montado (cerdo ibérico dizem os de Villanueva, alentejano dizemos nós), e fazer as honras ao cozido de grãos, e escutar as modas de um coral, e descansar os olhos naquela imensidão de água, e... | |
A 12, 13, e 14 de Dezembro é o regresso ao Alentejo. Agora com cores de Inverno mas sempre desafiante e acolhedor. Para saborear com a calma dos prazeres profundos. | |
16 novembro, 2008
Memória de uma celebração do Porco Preto - Alentejo - Benavila - 1990
Não admira por isso que os ciclos da matança tenham ganho contornos de festa, marcados por momentos de convívio, com rituais próprios e gastronomia adequada.

Já passaram quase 20 anos sobre aquele frio mês de Dezembro em que desafiámos umas duas dezenas de jornalistas para uma celebração do porco em Benavila, por terras de Portalegre...
Uma ode ao porco preto de montado. Daqueles a sério, alimentados a bolota e criados - livres - entre chaparros!
Aqui, nas imagens do Antunes Amor.
19 outubro, 2008
Namorar o Alentejo, na beira do Grande Lago...
| Pode ser um sonho de investimento turístico que signifique desenvolvimento local e razão para a gente nova não abalar para um qualquer subúrbio. Se os megalómanos projectos não deitarem tudo a perder com o seu turismo de “brincar às aldeias de fingir” para vender a ingleses viajando por desfastio. Confundindo Turismo com “imobiliária Turística” - que é mais uma área do departamento do cimento armado, subsecção de casas de férias e afins. Que não cria empregos nem desenvolvimento. Nem pode ser pólo de coisa nenhuma. A não ser para os “patos bravos”, mesmo que com significativos interesses bolsistas. |
| E que apenas vão significar a expulsão dos alentejanos e arredar definitivo da agricultura que era a principal motivação da ambição local em relação ao “Grande Lago”. | ![]() |
| Rememos contra a maré. E acreditemos na capacidade de sonhar. Porque a nossa Alma não está à venda, com o Mercado em baixa e a especulação imobiliária a dar os resultados que estamos a ver (que vamos ter de pagar!). |
| Mais Sabores | Fotos: Antunes Amor (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar |
28 setembro, 2008
Na casa do queijo que os americanos premiaram...

O queijo Nisa, da Monforqueijo, recentemente distinguido pela revista norte-americana Wine Spectator como um dos 100 melhores do mundo, tinha constituído um dos temas de interesse do Passeio de Jornalistas aquando da sua passagem por aquela região alentejana
Nesta acção que cruzou ambientes e paisagens com artes tradicionais e apostas de desenvolvimento regional, os sabores do alentejo estiveram em destaque: dos enchidos aos queijos, da carne alentejana aos vinhos. Porque, além da satisfação dos prazeres do palato, eles significam riqueza, lugares de trabalho e fixação de populações.
23 julho, 2008
Saborear o Alto Alentejo nas alturas de Marvão

O Jorge Andrade foi dos que connosco subiram até Marvão, foram à Ammaia, passearam Margens de Sever, calcorrearam a calçada romana, remaram na Barragem, provaram cação, cacholeira e boleimas...
Um fim de semana cheio de aventuras. Para ler aqui.
19 julho, 2008
Mil histórias de Marvão

Um fim de semana um Marvão é a proposta da Sandra Pelicano na TUREVENTOS.
Tomando como base o Roteiro do Passeio de Jornalistas em Marvão, ela sugere paisagens, lazeres, prazeres e fruições gastronómicas naquelas paragens fronteiriças no Norte Alentejano.
E não esquece pistas de alojamento e de desportos de aventura.
Leia aqui.
16 julho, 2008
Quem os mandou ir para a fronteira de Marvão???
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Fotos: MLPS (direitos reservados) Clique sobre elas para ampliar | Tudo sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS em Marvão |

















































