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11 dezembro, 2009

Este fim-de-semana, o PASSEIO DE JORNALISTAS parte à descoberta de Santiago do Cacém

O Passeio de Jornalistas regressa a terras do Sul. Agora é Santiago do Cacém a ser alvo de uma incursão da "caravana" da Comunicação Social.

De Miróbriga à Abela, da lagoa de Santo André ao Cercal, mergulhar cores de Inverno a sul, com vagares para uma décima ou uma história, sôfregos dos sabores, dos montes ondulados, dos sons do montado, dos aromas do mar da vastidão do horizonte lá do alto do Castelo...



Um fim de semana de aventuras a sul, na costa alentejana. Nem as zebras e os flamingos vão faltar. Noites e amanheceres de beira de mar, incursões por cenários de Roma, diálogos com saberes rurais, a visão de um moinho, a intromissão numa antiga taberna, a subida ao Castelo, a memória dos Caminhos de Santiago...

Entre observações de paisagem e palavras que contam sonhos, projectos e bloqueios, restará tempo para vislumbrar antigas artes ou restar apenas à conversa. Quem sabe, lembrando uma história de Manuel da Fonseca ou uma música de Chainho.

Roteiro de Viagem e mais indicações de percurso e visita aqui.

14 julho, 2009

O Setembro das Festas era um sonho de papel?

Será interessante seguir o modo como os Blogues de Campo Maior (e são bastantes) se vão posicionar um relação às revelações que se anunciam num conjunto de trabalhos que a revista Café Portugal prometeu sobre o futuro das Festas do Povo de Campo Maior.


Para abrir o apetite, a série abre com uma visão global do impasse actual, pelos olhos de diversos intervenientes locais.

Valerá a pena ficarmos todos atentos.

25 maio, 2009

Mãos de barro no Corval...

Saído da terra,
contém todas as formas
que hão-de revelar-se
com o “sopro da vida”
de mãos e de dedos.

É o barro!
Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Patalim pode ser nome de olaria... mas é, sobretudo, designação de extirpe de oleiros, qualificativo de mãos e artes.

Quando os dedos percorrem o barro e lhe dão forma e sentido...

Aqui, é Alentejo.
Aldeia oleira do Corval,
com Monsaraz à vista e
o Grande Lago por perto.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

E o barro se faz prato, travessa, bilha, galheteiro...
E o barro se faz objecto utilitário ou peça decorativa.
Ainda na esperança das cores e do abraso do forno...


Passado o afago dos dedos, inventadas as formas... é aqui que o barro se veste de cores: E mãos de mulher...
pincelam-no de vida.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Traço a traço, cor a cor, forma a forma... é o mergulho nas memórias que dos árabes vieram à mistura com geometrias e jogos.

Como se fora um bordado ou uma renda...


Ou quase só... umas flores. Ramo de mão cheia, viçoso e acabado de trazer do campo, ao centro. E corolas outras, esvoaçando em volta.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Tudo em tons quentes de Alentejo.


E a ingenuidade deste fundo prato?


Nas calmas do Verão, há-de valer o barro.
Para a água, para o vinho, que irá refrescar gargantas e acalmar securas.
De todos os tamanhos e ambições...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Junto à boca do antigo forno (que técnicas mais recentes converteram em elemento decorativo) alinham-se peças à espera de quem por elas se apaixone e... as queira levar consigo.


Porque é isso a vida do barro e...
do oleiro.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval


Sorte diferente das rejeitados, recusados ou com defeito.
Sacrificadas na procura da perfeição, feitas desperdício, no canto que as levará ao lixo.

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas terras do Grande Lago - Corval

Rui Santos, 31 anos de idade, oleiro desde os 14…
mas com toda uma infância a brincar o barro na oficina fundada pelo avô.

É o mais jovem oleiro
do Corval.


Palavras de Filomena Afonso
para umas belíssimas imagens de Zé Mendes

Passeio de Jornalistas nas margens do Grande Lago

15 março, 2009

Por terras e águas de Alqueva...

Pelos caminhos de Alqueva andou o Santos Mota com o Passeio de Jornalistas.

A viagem, feita relato, está agora nas páginas de "O Escanção". Aqui.

Passeio de Jornalistas nas margens
do Grande Lago

05 janeiro, 2009

São Pedro do Corval: Vidas feitas de barro...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas Terras do Grande Lago"São Pedro do Corval é uma aldeia com vidas feitas de barro, mas que começam a perder-se para outros ofícios mais rentáveis. Dez horas de trabalho diário para viver do barro. Oleiro desde os 14 anos, Rui Santos passou a infância a brincar com a matéria-prima que dá origem a peças únicas, características da decoração alentejana. (...)"

O Passeio de Jornalistas andou por lá. Agora, na revista Café Portugal, a Sara Pelicano conta as mãos, as artes e as vidas.

A ler aqui.

20 dezembro, 2008

E o museu conta a aldeia que o Grande Lago submergiu...

A Aldeia da Luz foi sacrificada para tornar possível o nascimento do Grande Lago.

Das promessas aos seus habitantes, uma boa parte está por cumprir.
E os filhos da aldeia agora transplantada para uma cota superior á da área inundada nem sequer conseguem encontrar forma de lá continuar a viver se entretanto casarem e constituírem família: um qualquer problema burocrático(?) empurra-os da EDIA para a Câmara Municipal de Mourão e desta para a primeira... sem que consigam local para a casa onde queriam morar. Assim, os casais jovens vêm-se obrigados a ir viver para qualquer outro lado....!!!
Não foi isto que lhes prometeram, nem é assim que se evita a morte de uma aldeia.

Da passagem pela nova Aldeia da Luz, a atenção da Sara Pelicano ficou presa ao Museu que, na linha de horizonte da velha aldeia agora submersa, conta as memórias das vidas que por lá se viveram.


Um Alentejo de Marca...

O Passeio de Jornalistas viajou margens e águas de Alqueva.
Ficaram imagens ecos e sinais...

PASSEIO DE JORNALISTASno Grande Lago - revista CAFÉ PORTUGAL

Para ler na íntegra, siga o link

18 dezembro, 2008

Fiquem com o cimento armado, que... eu vou passear!

E bruscamente descobriram o Turismo como elixir milagroso e mezinha para todas as maleitas. Da balança de pagamentos, ao desemprego. Sem cuidarem de saber se… do remédio não virá a morte do doente, à força de o pretenderem pujante e soberbo.

E apostam vendê-lo a metro. Confundindo imobiliária, que é cimento armado e construção civil, com indústria do Turismo, que é lazer, acolhimento, descoberta, prazer de viagem e passeio. Como se pudesse existir alguma ligação entre as duas. E se a primeira – quase sempre - não matasse a segunda. Ou se, pelo menos, não a desvalorizasse: banalizando destinos à força de os tornar semelhantes com o afã de responder ao que erigiram (não se percebe bem porquê) como motivações de consumo de visitantes e passeantes. Esquecidos, até, daquela máxima que diz que (o que vende) é a diferença.

Olhando para a febre de Planos de Interesse Nacional que por aí vai, quase apetece dizer, «abençoada crise económica» (aqui se me der na gana posso mesmo falar em recessão) sim, abençoada crise… se der para fazer desistir da construção de umas quantas “aldeias de índios” para turista pernoitar ou senhor da cidade grande fazer férias. E talvez os terrenos circundantes da bacia de Alqueva se não encham de casinhas a macaquear construção tradicional de cal e passado, em aldeias de brincar. Há quem tenha esquecido mesmo de onde vieram os dinheiros para a barragem e a justificação (interna ou comunitária) para esse gasto.

Chegámos a um extremo de delírio tal que já há quem não consiga olhar para um terreno na beira de água sem imaginar campos de golfe… apartamentos de férias e… (claro!) um SPA.

Por mim, este fim-de-semana vou para o Sul, para as Terras do Grande Lago. Desvendar velhas artes de olaria no Corval, ler segredos de pedra e história em Monsaraz, encher olhos e alma com aquela imensidão de Alqueva. E quero reencontrar o Degebe, provar o caldo de cação, as migas, o cozido de grãos, o porco preto. E quero as modas e cantes de um coral alentejano. E quero sentir a terra como se lhe pudesse guardar brisa, cheiros e cores.

Precisava de mais tempo para reencontrar rostos e ingenuidades e estórias. Fica para outra altura. Com mais tempo. Com mais calma... de Alentejo!

Texto originariamente publicado
na revista Café Portugal

16 dezembro, 2008

Na ponta dos dedos, nos braços das árvores, na beira do Lago, nas margens de Alqueva...

Passear as margens do Grande Lago.
E entre paisagens e gestos, adivinhar futuros, prazeres de viagem, modos de sobrevivência...

De velhas artes falam os dedos do oleiro do Corval. Como a apanha da azeitona conta ciclos de fertilidade...
Numa terra entumecida pelo maior lago artificial da Europa, mais um Passeio de Jornalistas.

O Antunes Amor andou por lá uma semana antes para produzir uma antevisão fotográfica.

08 dezembro, 2008

NAS MARGENS DE ALQUEVA - Inscriçóes terminam amanhã

Encerram ao meio-dia de amanhã (terça feira, dia 9) as inscrições para o Passeio de Jornalistas nas Terras do Grande Lago. Vinte é o número máximo de participantes nesta aventura alentejana que, durante o próximo fim de semana, percorre trilhos de água e paisagem em terras de Alentejo, nas margens de Alqueva. Com uma incursão em Espanha... até à fronteiriça Villanueva del Fresno.

O Itinerário está descrito neste mapa do Google com indicação dos principais pólos de interesse desta acção:


Ver mapa maior

É mais uma expedição país adentro... naquela que é sem dúvida a mais importante (e continuada) acção de divulgação do país interior.

04 dezembro, 2008

Vontades de Alentejo, num aceno de água...

E o Alentejo ficou prenhe de água...

Que o salvem agora da cobiça, feita cimento imobiliário, e lhe devolvam esperanças de prender os filhos à terra...


CORVAL - MONSARAZ - MOURÃO - VILLANUEVA DEL FRESNO - AMIEIRA
Passeio de Jornalistas - 12, 13, 14 de Dezembro



Ao encontro das vistas do Grande Lago

Guadiana, nome de rio, é também nome de barco, e vai ser nome de navegação: do cais de Monsaraz ao Cais da Amieira. Duas horas e meia de água e margens...

Até ao som dos "Almocreves", com cantes e modas. Estar-se-á nessa altura no almoço do dia derradeiro do Passeio de Jornalistas nas Terras do Grande Lago. E as conversas terão a ver com projectos de investimento turístico que, salvaguardando valores culturais e ambientais, potenciem desenvolvimento e emprego locais. Fora do gigantismo dos grandes projectos, invasivos de ecossistemas e redutores de uma multiplicidade de oferta que terá de assentar na diversidade do território e nas especificidades das populações que o fazem seu. E de que a gastronomia é um bom exemplo, pelo que de factor diferenciador significa.

Mas logo na noite de sexta feira terá acontecido a apresentação de uma nova revista electrónica que cruza Turismo, Diversidade Cultural e Desenvolvimento Local e Regional. E o sábado terá sido de passeio e descoberta de artes de olaria no Corval, de traços de história e beleza nas ruas de Monsaraz, de vistas de Alqueva... E uma incursão a Mourão. E uma paragem na Plaza Maior de Villanueva del Fresno. Aliás, naquela terra fronteiriça acontecerá o jantar desse dia.


Em Dezembro, para que se aperceba como bonito pode ser o Inverno no Alentejo.

01 dezembro, 2008

Reencontrar Alentejo nas Terras do Grande Lago...

As Terras do Grande Lago, dos barros do Corval aos horizontes largos do Castelo de Mourão. Trepar ruelas e calçadas em Monsaraz, penetrar Espanha em Villanueva del Fresno, navegar Alqueva até ao Cais da Amieira...

E reencontrar o porco preto de montado (cerdo ibérico dizem os de Villanueva, alentejano dizemos nós), e fazer as honras ao cozido de grãos, e escutar as modas de um coral, e descansar os olhos naquela imensidão de água, e...

A 12, 13, e 14 de Dezembro é o regresso ao Alentejo. Agora com cores de Inverno mas sempre desafiante e acolhedor. Para saborear com a calma dos prazeres profundos.

Uma "chave de ouro" a encerrar o 2008 do Passeio de Jornalistas. Que, do sul ao norte continentais, navegou Faial, Pico, São Jorge e Terceira... em mar de Açores.

16 novembro, 2008

Memória de uma celebração do Porco Preto - Alentejo - Benavila - 1990

Com a chegada do frio vinha o tempo das matanças de porco. Antes do advento das arcas frigoríficas... frio, salga e fumeiro eram os únicos factores de conservação de uma carne que tinha de dar para um um ano inteiro, desempenhando um papel essencial no sustento (na mantença) das famílias rurais.

Não admira por isso que os ciclos da matança tenham ganho contornos de festa, marcados por momentos de convívio, com rituais próprios e gastronomia adequada.

CAFÉ PORTUGAL - Celebração do porco - Benavila - 1990

Já passaram quase 20 anos sobre aquele frio mês de Dezembro em que desafiámos umas duas dezenas de jornalistas para uma celebração do porco em Benavila, por terras de Portalegre...

Uma ode ao porco preto de montado. Daqueles a sério, alimentados a bolota e criados - livres - entre chaparros!

Aqui, nas imagens do Antunes Amor.

19 outubro, 2008

Namorar o Alentejo, na beira do Grande Lago...

Café Portugal - AlquevaPortel, Amieira, aldeia de Alqueva.Antes tinha ficado Monsaraz. Não longe a Barragem do Alvito e a Vidigueira com a frágil Vila de Frades. Por Moura, até Barrancos. E, logo do outro lado da fronteira, Encinasola.

Pode ser um sonho de investimento turístico que signifique desenvolvimento local e razão para a gente nova não abalar para um qualquer subúrbio.

Se os megalómanos projectos não deitarem tudo a perder com o seu turismo de “brincar às aldeias de fingir” para vender a ingleses viajando por desfastio. Confundindo Turismo com “imobiliária Turística” - que é mais uma área do departamento do cimento armado, subsecção de casas de férias e afins. Que não cria empregos nem desenvolvimento. Nem pode ser pólo de coisa nenhuma. A não ser para os “patos bravos”, mesmo que com significativos interesses bolsistas.
E que apenas vão significar a expulsão dos alentejanos e arredar definitivo da agricultura que era a principal motivação da ambição local em relação ao “Grande Lago”. Café Portugal - O sapateiro de Portel

Rememos contra a maré. E acreditemos na capacidade de sonhar. Porque a nossa Alma não está à venda, com o Mercado em baixa e a especulação imobiliária a dar os resultados que estamos a ver (que vamos ter de pagar!).

Café Portugal - O mel da AmieiraPS. – Não esquecer o Coral de Santo Aleixo da Restauração, o presunto de Safara, o mel da Amieira e o vinho de Pias. E reincidir sempre na “miga gata de bacalhau”. Que o sol… já o estamos a vender na Amareleja.

Mais SaboresFotos: Antunes Amor (direitos reservados)
Clique sobre elas para ampliar

28 setembro, 2008

Na casa do queijo que os americanos premiaram...

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Monforte - Monforqueijo
O queijo Nisa, da Monforqueijo, recentemente distinguido pela revista norte-americana Wine Spectator como um dos 100 melhores do mundo, tinha constituído um dos temas de interesse do Passeio de Jornalistas aquando da sua passagem por aquela região alentejana

Nesta acção que cruzou ambientes e paisagens com artes tradicionais e apostas de desenvolvimento regional, os sabores do alentejo estiveram em destaque: dos enchidos aos queijos, da carne alentejana aos vinhos. Porque, além da satisfação dos prazeres do palato, eles significam riqueza, lugares de trabalho e fixação de populações.

23 julho, 2008

Saborear o Alto Alentejo nas alturas de Marvão

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Marvão - Jorge Andrade
O Jorge Andrade foi dos que connosco subiram até Marvão, foram à Ammaia, passearam Margens de Sever, calcorrearam a calçada romana, remaram na Barragem, provaram cação, cacholeira e boleimas...

Um fim de semana cheio de aventuras. Para ler aqui.

19 julho, 2008

Mil histórias de Marvão

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS em Marvão - Tureventos
Um fim de semana um Marvão é a proposta da Sandra Pelicano na TUREVENTOS.

Tomando como base o Roteiro do Passeio de Jornalistas em Marvão, ela sugere paisagens, lazeres, prazeres e fruições gastronómicas naquelas paragens fronteiriças no Norte Alentejano.

E não esquece pistas de alojamento e de desportos de aventura.

Leia aqui.

16 julho, 2008

Quem os mandou ir para a fronteira de Marvão???

Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Marvão é vila de trepar.
Ladeira acima, o branco das paredes a ferir a vista de ardores de sol.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Igreja aqui, cadeia que já não é cadeia, tribunal que já não tribunal, museu além...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
galgados aqueles degraus, é a cisterna.
Ali já é Castelo, muralhas e torres.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
por entre os canhões que sobraram doutros tempos e doutras guerras...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
E donde é que vieram estes?
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Nem o tocador velho pode passar os dedos pelas teclas do acordeão sem ser importunado pelas fotografias.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Bem mandados:
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
e claustros.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
E era isto para ser um
Passeio de Jornalistas...
Embutido na rocha, um ninho de águia, um castelo, um posto de vigia...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Marvão são ruas estreitas para sorver devagar, fachadas portadas e janelas de parar e ver.
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Sem conta, peso e medida,
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
E flores...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Lá do alto, horizontes e lonjuras. Santo António das Areias a um voo de pássaro, Espanha a perder de vista...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
De pé posto no Lajeado de Ammaia, urbe romana de boas águas e melhores ouros?
Em afadigada escrita com notas de visita guiada?
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Marvão
Chispa daqui.
Vão para Espanha.
Desapareçam para Cáceres e... o diabo que vos carregue!
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
entre balcões...
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
Até deixarem Cáceres para trás...!!!
Café Portugal - PASSEIO DE JOTRNALISTAS - Cáceres
Francamente...!!!

Fotos: MLPS (direitos reservados)
Clique sobre elas para ampliar

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PASSEIO DE JORNALISTAS
em Marvão